O Notícias de Bustos saúda todos os leitores fazendo votos de um feliz Natal e próspero ano novo.
23 de dezembro de 2015
20 de dezembro de 2015
HÁ ASSEMBLEIA DE FREGUESIA A 21
Assembleia ordinária, a realizar no próximo dia 21 de dezembro de 2015 (segunda-feira), pelas 20,00 horas, no Edifício sede da Associação Melhoramentos de Mamarrosa, na Rua Banda Filarmónica nº. 32, Mamarrosa, com a seguinte ordem de trabalhos:
1-Inicio dos Trabalhos
2-Expediente
3-Intervenção aberta público
4-Antes da ordem do dia
5-Ordem do dia
5.1-Atividade da Junta de freguesia;
5.2.- Apreciação e deliberação do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) e Orçamento para o ano de 2016 e mapa de pessoal para o mesmo ano económico;
5.3.- Análise, discussão e votação da proposta do Regulamento dos Cemitérios da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Bustos Troviscal e Mamarrosa;
5.4. Apreciação e votação de um voto de louvor a Joaquim da Rocha Brites, conforme proposta apresentada à mesa no dia 1 de dezembro de 2015
16 de dezembro de 2015
CONCERTO DE NATAL NO SÁBADO
No próximo dia 19, sábado às 21h00 realiza-se o Concerto de Natal pela Banda Filarmónica da Mamarrosa, que terá lugar na igreja Matriz.
O concerto, que servirá ainda para recolher ofertas para fins sociais, será antecedido pela missa das oito.
15 de dezembro de 2015
ESCARAVELHO DIZIMA PALMEIRAS DA FREGUESIA
As duas palmeiras que faziam de portal ao adro da igreja de Bustos perderam a copa, perderam o viço. Foram liquidadas pelo escaravelho-vermelho (Rhynchophorus ferrugineus), que tem dizimado milhares de palmeiras em todo o país.
Este besouro devorador, originário da Ásia, entrou pelo sul
do país em 2007 e foi subindo, especialmente no litoral, tendo chegado ao Minho
em 2010. Ao longo do percurso (perante a indiferença das autoridades) foi
deixando centenas de milhares de euros de prejuízo para câmaras e privados.
Em Bustos e arredores a destruição marcou o ano de 2015 e está
bem espelhada nas duas palmeiras que embelezavam o adro da Igreja e que agora,
ainda que fingindo de colunas, mais não são do que matéria morta. E talvez não
seja boa ideia tal manutenção já que todo o caule está corrompido pelos tuneis construídos
pelas larvas, o que motivou a morte da planta. Citando a wikipedia:
O escaravelho pode causar
alguns danos ao alimentar-se, no entanto, é a larva que, ao escavar túneis pelo
estipe da palmeira, provoca a morte da planta. A fêmea adulta põe aproximadamente
200 ovos nas zonas de crescimento da coroa da palmeira, na base das folhas
novas ou noutras zonas lesionadas da planta. O ovo incuba numa larva branca que se alimenta de fibras tenras e e rebentos de
folhas, escavando túneis pelos tecidos internos da árvore durante um mês. As
larvas podem ocasionalmente crescer entre 4 a 6 centímetros . Na metamorfose, a larva deixa a
árvore e forma um casulo feito com fibras secas de folhas de palma na base da
palmeira. O ciclo de vida completa-se em 7 a 10 semanas.
Também em declarações ao jornal “Público” Carlos Gabirro, sócio-gerente da Biostasia, empresa que faz
controlo da praga nas palmeiras da Câmara de Lisboa alertou: “Tenho visto
pessoas a porem os restos das palmeiras à porta de casa e é um erro muito
grande. Os restos libertam odor, que chama mais insectos, e depois são
recolhidos pelos camiões dos serviços camarários. No caminho, a praga
espalha-se”.
O QUE FAZER PERANTE ESTA PRAGA?
Como se previne a praga?
Que
sintomas apresenta a palmeira infestada?
Não é fácil a detecção precoce da praga. Quando as folhas parecem roídas nas pontas (em forma de V) e descoloradas, é urgente actuar. O ruído produzido pelas larvas enquanto se alimentam e um odor intenso resultante do apodrecimento dos tecidos internos da planta são outros sinais de alerta. Quando a coroa da palmeira tem já um aspecto achatado com as folhas descaídas, tipo “chapéu-de-chuva”, já será tarde de mais. As plantas ficam frágeis e as de maior porte podem mesmo cair, representando um risco para a segurança de pessoas e bens.
Não é fácil a detecção precoce da praga. Quando as folhas parecem roídas nas pontas (em forma de V) e descoloradas, é urgente actuar. O ruído produzido pelas larvas enquanto se alimentam e um odor intenso resultante do apodrecimento dos tecidos internos da planta são outros sinais de alerta. Quando a coroa da palmeira tem já um aspecto achatado com as folhas descaídas, tipo “chapéu-de-chuva”, já será tarde de mais. As plantas ficam frágeis e as de maior porte podem mesmo cair, representando um risco para a segurança de pessoas e bens.
O
que fazer em caso de infestação?
Deve informar a câmara municipal ou a Direcção Regional de Agricultura e Pescas, para que avaliem a possibilidade de recuperação. Esta comunicação é obrigatória. Se a praga for detectada na fase inicial, aplicam-se produtos químicos ou biológicos e fazem-se podas sanitárias, eliminando todas as folhas “comidas” pelas larvas e limpando a parte da palmeira afectada até chegar aos tecidos sãos. Se for irrecuperável, o proprietário é notificado para fazer o abate, que pode custar entre 300 euros e 1000 euros (dependendo do tamanho). Se não cumprir a notificação, terá de pagar os custos à entidade que execute o abate e fica sujeito a uma contra-ordenação que pode ir dos 100 euros aos 3740 euros, para particulares, ou dos 250 euros aos 44.890 euros, para pessoas colectivas.
NB
Deve informar a câmara municipal ou a Direcção Regional de Agricultura e Pescas, para que avaliem a possibilidade de recuperação. Esta comunicação é obrigatória. Se a praga for detectada na fase inicial, aplicam-se produtos químicos ou biológicos e fazem-se podas sanitárias, eliminando todas as folhas “comidas” pelas larvas e limpando a parte da palmeira afectada até chegar aos tecidos sãos. Se for irrecuperável, o proprietário é notificado para fazer o abate, que pode custar entre 300 euros e 1000 euros (dependendo do tamanho). Se não cumprir a notificação, terá de pagar os custos à entidade que execute o abate e fica sujeito a uma contra-ordenação que pode ir dos 100 euros aos 3740 euros, para particulares, ou dos 250 euros aos 44.890 euros, para pessoas colectivas.
14 de dezembro de 2015
O PÓLO DE LEITURA DA 'COLÓNIA' DE BUSTOS NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL
O
Pólo de Leitura da colónia de Bustos na Assembleia Municipal
A “Apreciação e discussão sobre a instalação e funcionamento
do Pólo de Leitura de Bustos” (1) mereceu a apresentação no Plenário da
seguinte:
*
Subscreveram
a «Proposta de Recomendação»:
. Armando Humberto ( líder da bancada do PS)
. André Chambel (líder da bancada do CSD)
. Manuel Nunes (PSD – é o Presidente da Assembleia
Municipal)
. Gladys
Del Carmen (PSD)
Resultados
da votação:
Votos a Favor: Bancadas do CDS
e PS; Manuel Nunes (PSD) e Gladys
Del Carmen (PSD).
Abstenção: Restantes
membros do PSD.
«»
O
resultado desta proposta é mais uma achega a mostrar qual é o tratamento que o
Poder Central de Oliveira do Bairro tem para com a colónia de Bustos. A
Assembleia falou em alhos e Sua Ex.a respondeu em bugalhos.
A
recente crónica de Belino Costa aqui fez
reabrir uma picada para as áfricas à procura de dois preciosos instrumentos ao
serviço do direito do tempo colonial, lá: o chicote (de pele de hipopótamo) e a palmatória
dos cinco olhos.
O
Centro de Bustos, pelo sim pelo não, vá preparando os costados e as mãos…
sérgio
micaelo ferreira
__________________
(1) ponto n.º 5.5 da Ordem do Dia da sessão da assembleia
municipal de Oliveira do Bairro, em 27.11.2015.
11 de dezembro de 2015
PS OLIVEIRA DO BAIRRO - PÓLO DE LEITURA DE BUSTOS (Armando Humberto)
PS Oliveira do Bairro - Armando Humberto - Pólo de Leitura de Bustos
![]() |
| Intervenção de Armando Humberto (PS - Oliveira do Bairro) na Assembleia Municipal |
INTERVENÇÃO NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL
Ex.mo
Sr. Presidente da Assembleia Municipal,
Ex.mo
Sr. Presidente da Câmara Municipal,
Ex.mos
Colegas desta Assembleia,
Ex.mos
Srs. Vereadores,
Ex.mos
Colaboradores da Câmara Municipal,
Ex.mo
Público,
Ex.ma
Imprensa,
Minhas
Senhoras e Meus Senhores,
assembleia municipal eco do anseio de munícipes
Durante
este mandato, por diversas vezes os munícipes têm-se dirigido a esta Assembleia
como forma de dar eco dos seus problemas e dos seus descontentamentos.
Por
outro a Assembleia tem também procurado ir ao encontro dos munícipes, seja
através das reuniões com as Assembleias e Juntas de Freguesia, seja através das
reuniões com as Associações.
Esta
aproximação entre eleitores e eleitos é no meu entendimento muito positivo,
pois permite trazer para a Assembleia os reais problemas das pessoas e não
ficar apenas pelo cumprimento do estritamente formal. É a democracia
participativa a funcionar.
Mas
para que este caminho possa ser traçado é importante que nós procuremos dar
resposta aos anseios das pessoas. A Assembleia não é um órgão executivo, mas é
o órgão deliberativo por excelência do Município e foi eleita por sufrágio
direto, tem por isso uma legitimidade própria. Por isso tem que saber dentro
das suas atribuições e competências responder aos anseios das pessoas.
um sinal de democracia participativa
No caso
particular em apreço não me parece que o tenhamos feito da melhor forma, nem na
proporção daquilo que nos foi solicitado e da importância do problema em
questão. Quando se dirigem a esta Assembleia umas largas dezenas de pessoas,
quando trazem a esta Assembleia um abaixo-assinado com mais de 500 assinaturas,
quando questionam, como o fizeram na Assembleia de 19 de Junho passado muitos
concidadãos nossos não seria razoável que a Assembleia se ficasse por uns meros
comentários de circunstância na altura e por um acompanhamento esporádico do
assunto. E não estando ainda o assunto resolvido, é por isso, com toda a
naturalidade, que este assunto venha aqui hoje, enquadrado dentro da ordem de
trabalho, para que o possamos debater convenientemente e para que possamos de
forma clara exprimir qual é o entendimento que a Assembleia tem sobre este
assunto.
pólo de leitura/biblioteca de bustos ao abandono estratégico
E o
problema é o estado de abandono do Pólo de Leitura de Bustos, da Biblioteca de
Bustos. Biblioteca que foi inaugurada em 1961 e que neste mais de meio século
de existência soube servir a sua população, com altos e baixos como todo na
vida, mas com mais altos que baixos de tal forma que hoje a população de Bustos
demonstrado um enorme carinho por ela, um sentimento que só temos perante
aquilo que nos habituamos a sentir como nosso. Por isso se a biblioteca hoje
atravessa uma fase má, com instalações precárias, com reduzida afluência,
cabemo-nos a nós todos encontrar soluções para reverter a situação.
Pois
não tenhamos dúvidas, não fazer nada não resolve problema nenhum. Pois por este
andar, mais tarde ou mais cedo, o encerramento é certo.
pólo escolar de bustos tem direito à sua biblioteca escolar
O
Executivo aventou a possibilidade da transferência do Pólo de Leitura para o
Pólo Escolar. O Executivo esteve bem, na medida em que mostrou que está atento,
identificou um problema que carece de solução e procurou resolver. A solução
proposta é que não foi a melhor. Pois aquilo que foi proposto foi na prática
encerrar a Biblioteca e dotar o Pólo Escolar de uma biblioteca. Nada temos
nada, antes pelo contrário, contra as bibliotecas escolares, achamos mesmo que
é uma área onde se deve investir, pois são um poderoso instrumento de
aprendizagem, de estímulo à criatividade, de descoberta, de valorização dos
nossos jovens, muito pouco aproveitado e onde manifestamente se deve e pode
fazer mais.
urge revitalizar a biblioteca/pólo
de leitura de bustos
Mas temos
muita coisa contra o encerramento do Pólo de Leitura de Bustos enquanto
Biblioteca pública que serve uma população que vai muito para além dos jovens
que frequentam o Pólo Escolar. Por isso defendemos que a biblioteca não seja
encerrada, mas seja isso sim revitalizada, num novo espaço, num espaço
remodelado, com novas valências, que no fundo seja capacitada para servir uma
população que como tudo na vida mudou. Que consiga atrair público assim como
conseguem os outros Pólos de Leitura do nosso Concelho.
oportunidade para revitalizar o esquecido centro de bustos
Depois
há uma outra questão não menos importante. O centro de Bustos tem vindo a
perder o fulgor de outros tempos. Tem um conjunto de infra-estruturas, umas
públicas, outras privadas, que importa valorizar. Refiro-me em particular ao
Palacete, ao antigo Cine-Teatro, e à antiga Escola. A necessidade de valorizar
o centro de Bustos tem sido um assunto recorrente sempre que reunimos com a
Assembleia e Junta de freguesia. Daí entendermos que esse deve também ser um
assunto a que deve ser dada atenção, e que deve entrar nesta equação.
Por
isso, é nosso entendimento que esta questão da Biblioteca/Pólo de Leitura de
Bustos, que é de facto um problema, que tem que ser resolvido, é também uma
oportunidade. Uma oportunidade para revitalizar o Pólo de Leitura, a Biblioteca,
para que ela possa ganhar novos públicos, mas é também uma oportunidade para se
iniciar este processo também importante de revitalização o centro de Bustos.
espaço cidadão ao centro
Agora
seria a instalação de um remodelado Pólo de Leitura, no futuro quem sabe a
instalação de um novo Espaço do Cidadão, ou outra valência, e assim se vai
encontrando formas de responder aos legítimos anseios dos bustoenses,
procurando dinamizar um importante centro do nosso Concelho.
Balizado por estes pressupostos, e tendo em consideração
as competências próprias desta Assembleia e a vontade manifesta da população de
Bustos, irei entregar à mesa uma proposta de recomendação que passo a ler.
Tenho
dito,
__________
Nota - Os subtítulos são da responsabilidade
de ‘altino’. Um bem-haja a Armando Humberto por ter disponibilizado a sua intervenção.
srg.
8 de dezembro de 2015
CHUCK BERRY NO ADEUS AO PRESIDENTE DA CÂMARA MÁRIO JOÃO
Crónica
de
BELINO
COSTA
Certo
dia, creio que nos finais dos anos oitenta, fiz uma curta entrevista a Chuck
Berry, músico pioneiro do Rock’n Roll, que então se apresentou no nosso país.
Para o cantor e guitarrista norte
americano já tinham passado os tempos de glória, mas continuava a ser uma
referência mundial, um mito vivo.
Terminada
a entrevista e quase em jeito de despedida interpelei-o com uma pergunta de
mera circunstância:
-
Está a gostar de Lisboa?
-
Sim, muito. - Retorquiu e pareceu-me sincero. Tanto que logo acrescentou:” É
cidade de África mais bonita onde já estive.”
Tive
de corrigir tão clamoroso erro:
-
Mas não está em África, está na Europa, em Portugal.
Chuck
Berry encarou-me espantado. Inclinou o rosto sobre o lado esquerdo, talvez para me observar de corpo inteiro e surpreendido
com o que lhe dizia aquela figura, que era eu, concluiu:
-
Isso é muito curioso porque esta manhã quando espreitei pela janela do meu
quarto só vi palmeiras.
Recordei-me
deste episódio quando soube que na última Assembleia Municipal de Oliveira do Bairro o presidente da Câmara,
Mário João, contrariando a vontade da totalidade dos deputados eleitos, a
vontade expressa do povo em abaixo assinado e a vontade do próprio partido
decidiu que não instalava o polo de leitura/Biblioteca de Bustos na antigo
escola primária, prometendo ali instalar
um museu com muitos rádios.
As
cidades invisíveis de Chuck Berry
entendem-se e explicam-se. É natural que o músico norte americano,
depois de tantos anos a saltitar entre aeroportos e hotéis tenha simplificado a
perceção da geografia, a perceção da realidade. No toca e foge da vida de um artista
internacional tudo se observa em constante correria e cada paragem acaba por se
resumir à imagem que se acomoda entre os caixilhos de uma janela de hotel. Para
Chuck Berry palmeiras eram sinónimo de África.
E isso bastava-lhe.
O
presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro tem uma semelhante
perceção da realidade. Para ele a democracia começa e acaba no momento da
eleição. Para ele a eleição é sinónimo de poder, é sinónimo de mandar.
Sabemos
que Mário João Oliveira é um político pouco culto e pouco inteligente. Sabemos também
que despreza o jogo democrático e a própria política porque nunca aceitou o
cargo a tempo inteiro, fazendo uso de uma regra de exceção que lhe permite
acumular a atividade pública com a privada. Sabemos ainda que na ausência de ideias, de uma visão
estratégica para o concelho sempre foi decidindo em função das modas. Fez
rotundas e avenidas quando todos fizeram rotundas e avenidas, fez escolas quando
José Sócrates mandou fazer escolas. Tudo de forma casuística e sem visão de
futuro.
Foi
sempre servil para com o poder central pelo que apoiou e organizou uma fusão de
freguesias feita contra a vontade popular e desenhada
em função de meros interesses eleitorais
do PSD.
Tem
usado e abusado de táticas e técnicas mais próximas do caciquismo do que uma verdadeira
democracia, promovendo o pão e o circo com almoçaradas, festas e festivais. E,
sobretudo, tem usado o dinheiro da Câmara para ir distribuindo financiamentos como
quem distribui favores e assim foi criando uma teia de dependências.
Quanto
aos processos de decisão política que utiliza eles estão exemplificados no caso
da Biblioteca de Bustos. Ou seja, em Oliveira do Bairro não há qualquer processo
de decisão, não há transparência política. Não há relatório, não há consultas,
não há estudo prévio, não há qualquer processo que justifique e fundamente cada
opção do executivo.
- Querem
uma biblioteca no centro de Bustos! Pois em vez disso terão um museu.
Assim
falou o presidente Mário João. E porquê?
Porque
sim, porque lhe apetece. Porque lhe deu para ali a enorme azia que lhe raia o
rosto.
Nas
cidades de Chuck Berry palmeiras eram sinónimos de África. Na democracia de Mário
João só o poder conta e não precisa de justificação. Se vivesse em África seria,
provavelmente, mais um ditador, mas estando em Portugal nunca poderá ambicionar
a tal estatuto. Terá de ficar esquecido no meio da tralha de incompetentes que
têm abusado do povo e do país. Coisa tão triste!
Adeus
Mário João! Adeus.
Belino Costa
BUSTOS - IGREJA ESTÁ NO QUINQUAGÉSIMO PRIMEIRO ANIVERSÁRIO
A construção da igreja de S. Lourenço de Bustos era uma aspiração que vinha dos tempos da criação da paróquia no ano de 1915. Depois um percurso sinuoso e de intermitências, a sua inauguração aconteceu em 8 de Dezembro'1964, por coincidência, calhou a uma terça-feira.
Uma parcela da sua história está espalhada aos sete ventos. Uma obra conseguida com a congregação de apoios dos povos de Bustos e das suas diásporas merece ser estudada por vários especialistas,,. claro que não estarão dispensados os amadores. As fabriqueiras, apesar dos seus afazeres, não as inibe de esconderem a sua obrigação para baixo de uma avé-maria ou padre-nosso.Feliz aniversário,
sérgio micaelo ferreira
5 de dezembro de 2015
FEIRA DE ARTESANATO A 8 DE DEZEMBRO
Realiza-se no próximo dia 8 de dezembro
(feriado), a Feira de Artesanato, no Salão das Obras Sociais da Mamarrosa. Uma
iniciativa dos artesãos locais que decorrerá entre as 14h e as 20h, já conta
com mais de 20 artesãos na sua quase totalidade pertencentes à União das
Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa.
Haverá música ao vivo, entre a diversa
animação. A cafetaria estará a cargo da Associação Beneficente Cultura e
Recreio da Mamarrosa.
Será uma ótima oportunidade para conviver e
fazer algumas compras de Natal.
3 de dezembro de 2015
UNIÃO FILARMÓNICA DO TROVISCAL CANTA OS PARABÉNS
A União Filarmónica do Troviscal, comemora o
seu 26º aniversário no próximo dia 6 de dezembro, domingo.
Programa:
10h30 Missa na Igreja do Troviscal
11h30 Romagem aos cemitérios do Troviscal
12h00 Concerto pela Banda Juvenil da Escola
de Música da UFT
12h30 Almoço de confraternização
16h00 Concerto pela União Filarmónica do
Troviscal
O preço é de 15 € para adultos, de 6 € para
crianças entre os 6 e os 12 anos e gratuito para crianças com idade inferior a
6 anos.
Para mais informações e confirmação de
inscrições poderão contactar o telefone nº 918 897 608 (Rosalina Filipe).
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