13 de novembro de 2008

"colectivarteI I" na EXPONOR e "colectivarte II" na OLGA SANTOS GALERIA

Olá amigos,

Olga Santos Galeria irá apresentar ao público uma exposição colectiva, intitulada “COLECTIVARTE NATAL”, no próximo dia 12 de Novembro (1) na Exponor, e dia 14 de Novembro na Galeria pelas 21.30 horas.

Com este Natal a Olga Santos Galeria, fecha mais um ciclo de exposições no Ano 2008.
Convidou os artistas que partilharam do seu espaço, e reúne - os numa exposição colectiva em parceria com a Exponor.
Em paralelo com a Exposição Internacional _ EMAF vai estar patente, uma exposição colectiva de
24 artistas, ligados às várias expressões artísticas: pintura, desenho, fotografia e escultura.

Também no dia 14 de Novembro às 21.30h será inaugurada a exposição colectivarte II na Galeria. Estará patente até 10 de Janeiro.

DATAS DAS EXPOSIÇÕES

EXPONOR
12 A 15 NOV 2008

OLGA SANTOS GALERIA
14 NOV 2008 a 10 JAN 2009

Esperando contar com a vossa presença do referido evento,

Muito Obrigada,

Olga Santos

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tlf+fx_222010889_tlm_917014763_molgas@sapo.pt
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(1) é devido um pedido de desculpas à Arq.ª Olga Santos pelo indevido atraso do anúncio da inauguração da "colectivarte I" na Exponor. -srg.

12 de novembro de 2008

Bustos- Mira: Avenida da EDP?

“É um bem para o progresso da nossa Terra”, retrucava-se a quem tentava dissuadir da vinda da Subestação da EDP para Bustos. Inicialmente prevista a sua localização para os lados do Barreirão, foi deslocada para o sítio onde hoje pontifica a capela particular em honra do Dr. Souza Martins.
A partir da sua instalação, Bustos passou a conviver com novos corredores de transporte de energia radiando da Subestação.
No decorrer dos trabalhos de “requalificação” DRMLM declarou a NB que a SE 60-15kV Bustos iria ser ligada a Mira. O corredor a abrir pouco afectará o território da Freguesia de Bustos, já que a subestação está próxima da fronteira. E não consta que tenha havido qualquer entrave da parte da autarquia ou dos proprietários afectados, em nome do “progresso da nossa terra”.
Haja luz.

E siga a rusga
sérgio micaelo ferreira

11 de novembro de 2008

Manuel Simões Luzio Júnior - autarca sempre presente

Manuel Simões Luzio Júnior, como autarca, palmilhou Bustos de ponta a ponta, conhecia todas as famílias da Freguesia e estava sempre disponível ao serviço da Junta de Freguesia, a presença na Secretaria era disso exemplo.
E, quando a Clara Aires Guitas apresentava quadros etnográficos aos alunos das escolas, Manuel Luzio estava e participava.
As imagens editadas fixam alguns momentos que assinalaram o encerramento do ano lectivo nas Escolas Primárias do Corgo e da Quinta Nova. O “cabanal” e apetrechos usados na lavoura em carrinha do Chico a lembrar as partidas da noite de S. João; O “Diácono Lourenço” a mostrar a grelha do seu martírio; o Prof. Carriço e bailarinos do Grupo de Animação Cultural da Mamarrosa a proporcionarem um momento musical dançante “á moda antiga”. A Clarita a "cravar" uma florinha a imitar os tempos em que as "meninas das florinhas" arranjavam uns tostões para ajuadar as despesas da festas.
A Senhora Rosa Clemente a fazer recordar a lenda de S. Lourenço e a explicar os pormenores da decoração dos “cruzeiros” para a procissão da festa do orago da paróquia, merecendo destaque especial o cruzeiro junto à casa de Albano Barateiro, …
De destacar que este evento organizado pela Clara Aires Guitas teve grande apoio de oficial e particular.
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Em tempo.
11 de Novembro (1918 -2008)

Armistício de Compiègne de 1918
A 1ª Guerra Mundial (1914-1918) espalhou o luto por famílias de vários países, traduzidos em mais de 20 milhões de mortos (segundo a bibliografia). Os monumentos em Homenagem aos Mortos da 1ª Grande Guerra ajudam a manter viva a memória de um período da história da humanidade.
O Corpo Expedicionário Português, tardiamente aceite pela Inglaterra, contava nas suas fileiras inúmeros voluntários por defenderem o ideal republicano.
É momento de recordar o apego com que o Exército Português defendeu, durante a 1ª Guerra Mundial, a posse das colónias da cobiça do Alemães…
A assinatura do Armistício de Compiègne – nos arredores de Paris – há 90 anos, foi firmada no interior de uma carruagem de combóio entre o Marechal Foch, pelos Aliados e Matthias Erzberger pelo lado Alemão. Diz a RTP que “O relógio marcava 11h da manhã do dia 11 do mês 11 (Novembro) de 1918.” aqui
Os teatros de guerra que erasuposto ficarem encerrados a sete chaves, a realidade rapidamente fez ressurgir o domínio dos falcões.

10 de novembro de 2008

O Ti Manuel Luzio partiu

Manuel Simões Luzio Jr. nasceu no Barrôco da Póvoa em 6/6/1919.(a)
Faleceu hoje, 10 de Novembro’08, em Aveiro.
O Funeral está marcado para amanhã, dia 11 de Novembro, sendo às 16H00 o início das exéquias na Casa Mortuária de Bustos.

Um abraço de condolências ao reduto familiar
Sília da Silva Santos
António Feliciano dos Santos Luzio
Élia Santos Luzio
Paulo e Diana.

(a) NB em 29.08.05 pela mão de Oscar Santos, trouxe Manuel Luzio à galeria dos homenageados. Justifica-se entre outras, uma visita a “MANUEL SIMÕES LUZIO JR: A HOMENAGEM QUE FALTAVA - 1”.

"E hoje... mais uma pétala caiu"
(Vanda Rafeiro, "Manolo", ONTEM - HOJE - AMANHÃ, 10.11.08) aqui

Ouçamos o Carlos Luzio (10.08.1947 - 27.09.2004) na dedicatória que fez a seu Pai recolhida em ‘Pescador de Sonhos’

MANOLO, PAI, AMIGO
Manuel Simões Luzio Júnior

Manolo, o melhor dos meus comandantes
Meu velho amigo de tantas batalhas
Meu instrutor sempre abnegado
Dizendo sempre que o caminho é em frente
Tu, pai amigo, admirado por tanta gente
Marchas pela vida como o melhor soldado
Sem equivocações embora com algumas falhas
Mas que corriges apenas em instantes
Tu que me ensinaste que a vida é uma doutrina
Tu que deixaste a tua terra à procura de fortuna
E que não encontraste mais que conhecimentos
Porque a riqueza que procuravas era pura ficção
E a vida é quem mais nos ensina
Que o mais importante é a educação
E o cultivo dos bons sentimentos
Estar sentados à lareira num grato serão
Todos juntos por uns momentos
Tu, meu velho Manolo, que não me viste crescer
Mas que onde estivesses nunca me ias esquecer
Que pena que juntos foram tão poucos os anos vividos
Sendo ambos tão parecidos!
Velho Manolo que não poderás jamais ocultar
As cicatrizes que a vida dura te deixou
Tu que jamais pudeste enganar
A um amigo que algum dia te ajudou
Tu que me ensinaste a ver o lado belo da vida
E que choras como eu numa despedida
Lágrimas que enchem de amor
Como as minhas que têm o mesmo sabor
Tu que abres o teu coração como um abanico
Que nunca pensaste se o amigo era pobre ou rico
Nós, Manolo, nunca nos sentiremos sós
A nossa maior riqueza é a que levamos dentro de nós
Tu, meu velho amigo, a quem a vida não pode ainda levar
Porque tens ainda muito que me ensinar
Cuida-te muito, velho soldado,
Pois quero ter-te muito tempo a meu lado.
(Caracas)
Colinas de Bello Monte Mansion Suiza
(entre 14 e 20 Novembro.1991) (1)

(1)Mensagem manuscrita pelo Carlos fecha a folha:
Para o Manolo, aliás Manuel Luzio, com todo o carinho do Mundo. Cuida-te que eu quero ver-te como um “figo” em Setembro (01-01-01 se Deus quiser.
Um beijo grande para a mãe Sília.
Vosso
a) Segue a assinatura


in Carlos Luzio, “Pescador de Sonhos”, (Manolo, Pai, Amigo, pg.s 8 e 9), edição póstuma, Bustos-2005
*
até qualquer dia

7 de novembro de 2008

DESTILARIA DOS MORAS - REGISTO


A redução abrupta da viticultura e a exigência imposta pela actividade da dos alambiques na produção das aguardentes a partir do bagaço obrigaram ao encerramento da maior parte das Destilarias.

Na segunda das quatro peças dedicadas à “Queima do bagaço”, Belino Costa constata:

“Dos seis alambiques existentes em Bustos apenas dois continuam a destilar bagaço; um na Póvoa de Bustos, de Manuel Simões da Costa (na foto com a esposa Esmeraldina) e outro na Cabeço, de Adélio Reis Pedreiras

Adélio Martins, em Bustos, e Zé Roque, na Azurveira, foram os primeiros a fechar portas. Seguiu-se depois o encerramento das máquinas do Alberto Santos, na Quinta Nova, e Manuel dos Moras, na Póvoa.”

in Belino Costa, A Queima do bagaço-2, Bustos- do Passado e do Presente, setembro 26, 2004. aqui

Os saberes adquiridos e transmitidos de geração em geração pelos artesãos da destilaria irão perder-se. As destilarias desactivadas esperam pela intervenção do camartelo.
Sobrarão as alquitarras.
Mais ou menos escondidas
E uma ou outra fotografia para registo.

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sérgio micaelo ferreira

6 de novembro de 2008

UD BUSTOS [EM SENIORES] ARRECADOU


O “BUSTOS” amealhou três pontos com a obtenção do golo solitário de Pedro Fiães acontecido aos 82 minutos na baliza defendida pelo “Carqueijo”.
Mister Quim T. e o seu grupo de trabalho estão a construir um lugar no meio da tabela. Ânimo e apoio não lhes faltem.

Vamos aos registos:
Jogo disputado no Campo Dr. Manuel dos Santos Pato
Resultado: UD Bustos – SC Carqueijo [1 – 0]
Marcador do golo – Pedro Fiães (82 min.)

O "Bustos" alinhou com:
Ivan (guarda redes; capitão); Pedro Fiães, Henrique; Licas, Paulo; Pedro Resina (sub-capitão), Paulito; Carlos; Lima (Guedes, aos 76 min.), Helder (Pião, aos 62 min.) e Ricardo (Patric, aos 67 min).

Banco:
Jogadores – Filipe; Pião; Bem Haja; Milton; Marco; Guedes; Patric.
Treinador – Mister (Joa)QUIM TAVARES.
Massagistas – Carlos Pascoal e Beto Carvalho
Delegado da UDB ao Jogo – José Luís Santos

5 de novembro de 2008

UDBUSTOS em grande festa - há quatro anos

Mesmo que a roleta do casino da bolsa perdure nos solavancos especulativos, mesmo que a camada de dióxido de carbono teime em manter a estufa atmosférica, mesmo que Bustos se tenha esquecido de ser Bustos, o 4 de Novembro’2008 constará de um registo burilado na pedra da torre de babel da humanidade. Está consumado a recomposição do continente Gondwana unido à Laurásia, a eleição de Obama – o 44º Presidente dos USA – merece que se olhe, pare e escute a antiga mensagem que ilumina os obreiros da utopia americana e que está gravada no pedestal da Estátua da Liberdade:
“Venham a mim as massas exaustas, pobres e confusas ansiando por respirar liberdade. Venham a mim os desabrigados, os que estão sob a tempestade. Eu os guio com minha tocha.”

5 de Novembro de 2004. Seria grande acontecimento para a União Desportiva de Bustos e para Bustos, se por trás não estivesse a pirueta da demagogia ao serviço da angariação de votos. Pacatamente o Sol atravessava a sexta-feira. E o buraco para o lançamento da 1ª pedra foi adornado com paus de bandeira, placas anunciantes do feito, máquina de serviço, abertura de rua(?), convidados, mais convidados e ainda mais convidados para testemunharam o feito. A eleição estava à porta...
Hoje, a UDB continua com falta de campo para treinar as várias equipas amadoras da área formativa-educativa. Os poderes mostram desconhecimento do empenho voluntário de um grupo de carolas que mantém em pé a Formação dos miúdos do “Bustos”. O poder do "terreiro do paço" e da Câmara têm de participar na criação de condições para que os vários escalões da Formação possam trabalhar, já que a Junta de Freguesia de Bustos nada se pode pedir, pois muito se esforça orçamentar um magro subsídio que até deve envergonhar quem propõe e quem o aprova.

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sérgio micaelo ferreira

30 de outubro de 2008

1 de Novembro. Dia de visitas.

O primeiro de Novembro é o dia da maior concentração cívica e manifestação social. O Cemitério. Com bastante antecedência provê-se dos adereços indispensáveis à decoração da memória-viva.

Para além de ser mais um dia para «ouvir» os nossos, é o dia dos reencontros com errantes da nossa diáspora.
Longe vai o tempo – (séc. XIX) – em que se pretendia institucionalizar a edificação de um muro no cemitério a separar o “campo santo católico” do "sítio" destinado ao enterramento dos não-católicos (ou herejes).

Actualmente, o pároco cumpre a liturgia da circunstância, em que a aparelhagem sonora dá uma ajuda, para que nenhum fiel esteja abandonado.

Imagine-se o que aconteceria, se as outras confissões religiosas também reclamassem o direito de usufruir de tempo de antena no cemitério?

Deixemos este assunto para ser tratado com pinças e vamos respirar intensamente algumas das dioxinas libertadas pela chama das velas e apreciar, com calma, o património da pedra trabalhada por exímios artistas e que ainda vai resistindo à destruição na parte mais velha do cemitério.

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sérgio micaelo ferreira