A construção da igreja de S. Lourenço de Bustos era uma aspiração que vinha dos tempos da criação da paróquia no ano de 1915. Depois um percurso sinuoso e de intermitências, a sua inauguração aconteceu em 8 de Dezembro'1964, por coincidência, calhou a uma terça-feira.
Uma parcela da sua história está espalhada aos sete ventos. Uma obra conseguida com a congregação de apoios dos povos de Bustos e das suas diásporas merece ser estudada por vários especialistas,,. claro que não estarão dispensados os amadores. As fabriqueiras, apesar dos seus afazeres, não as inibe de esconderem a sua obrigação para baixo de uma avé-maria ou padre-nosso.
Feliz aniversário,
sérgio micaelo ferreira
Realiza-se no próximo dia 8 de dezembro
(feriado), a Feira de Artesanato, no Salão das Obras Sociais da Mamarrosa. Uma
iniciativa dos artesãos locais que decorrerá entre as 14h e as 20h, já conta
com mais de 20 artesãos na sua quase totalidade pertencentes à União das
Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa.
Haverá música ao vivo, entre a diversa
animação. A cafetaria estará a cargo da Associação Beneficente Cultura e
Recreio da Mamarrosa.
Será uma ótima oportunidade para conviver e
fazer algumas compras de Natal.
Qual
ilusionista da política Mário João Oliveira decidiu nada decidir quanto à
Biblioteca/ Pólo de Leitura e anunciou a futura instalação do ”Museu da Rádio”
no edifício da antiga escola primária de
Bustos.
A
Assembleia Municipal que se reuniu ontem no salão nobre dos Paços do Concelho incluía
no seu ponto nº 5 a ““apreciação e
discussão sobre a instalação e funcionamento do Pólo de Leitura de Bustos.”
Seria expectável que o assunto fosse discutido
de forma séria e uma decisão fosse tomada sobre a instalação da Biblioteca. Mas
para isso era necessário que estivéssemos perante políticos com coluna
vertebral, capazes de encararem a coisa pública e os seus deveres de forma
séria e frontal e tendo em exclusiva consideração os interesses das populações.
Mas não foi isso o que aconteceu. Numa demonstração de puro ilusionismo político
João Mário Oliveira decidiu nada decidir sobre a Biblioteca/Pólo de
Leitura.
Incapaz
de demonstrar um mínimo de humildade democrática Mário João Oliveira (e o PSD)
decidiram ignorar o abaixo assinado dos bustuenses assim como a votação por unanimidade
da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias e, numa demonstração de
desonestidade política, atiraram para cima da mesa uma série de promessas em
que já ninguém acredita. A maior das quais foi o anúncio da requalificação a antiga
Escola Primária de Bustos para ali se instalar o futuro Museu da Rádio.
“Fiquei
incrédulo, fiquei sem palavras”, confessou Duarte Novo ao “Notícias de Bustos”.
Esta possibilidade nunca tinha estado sobre a mesa e não foi debatida nem minimamente
estudada. Aliás, desde há muito que se falava da possibilidade de recuperação
do Palacete da ABC visando albergar o Museu dos Rádios, até porque pela sua
dimensão e importância a coleção do Manuel dos Rádios dificilmente terá
condições e dignidade dentro das três salas do velho edifício escolar.
A
mentira e a manipulação transformaram-se em sinónimo do exercício da política
no concelho de Oliveira do Bairro. Mário João Oliveira é o exemplo do dirigente
que não respeita a vontade das populações e, como não tem qualquer projeto político,
atua em função de meros ressentimentos pessoais.
De
positivo há apenas a assinalar a aprovação, por maioria, de uma proposta de
recomendação apresentada por Armando Humberto, líder da bancada do Partido
Socialista, que defende a manutenção da antiga Biblioteca de Bustos na zona
central da vila. Nota: Mário João Oliveira agiu por conta própria e contra a vontade da comissão política concelhia do PSD como explica Alberto Martins::"Devo esclarecer, de acordo com a intervenção de João Paulo Sol na última Assembleia Municipal, líder da bancada do Partido Social Democrata, que a Comissão Política da Secção do PSD de Oliveira do Bairro de que faço parte - a desempenhar a função de Secretário da Secção - deliberou, por unanimidade, respeitar a vontade da população de Bustos. Devo esclarecer ainda, que a maior parte dos deputados eleitos pelo PSD, também defende esta posição. Portanto, a decisão do Executivo da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro é da sua responsabilidade e não dos Orgãos Políticos do Partido Social Democrata."
A associação Orfeão de Bustos foi o local escolhido para a realização da penúltima edição deste ano da iniciativa Chá Dançante – Matiné Sénior.
Esta edição vai decorrer no próximo domingo, dia 29, entre as 16h00 e as 18h00, na sede da Associação Orfeão de Bustos - no Salão Polivalente das Obras Sociais ABC/Orfeão.
A Direção da Associação apela a que todos aproveitem e venham passar uma tarde de domingo bem animada.
Óscar Aires dos Santos, candidato a presidente da ABC
A
associação ABC realiza uma Assembleia eleitoral no próxima sexta feira, que decorrerá entre as 19H00 e as 21H00 nas
instalações sociais.
Apenas uma lista se apresenta a eleições. De
assinalar a presença de um dos cofundadores da associação, José Luís Martins,
que se candidata a presidente da Assembleia Geral. O advogado Óscar Aires dos
Santos é o candidato a presidente da direção. Nome que desde sempre tem
trabalhado em prol da ABC, onde ocupou as mais variados cargos, Óscar Aires dos
Santos irá retomar a direção da instituição que já dirigiu entre 1983-1985.
Christina Martins Pires, atual diretora técnica
da instituição, é candidata a vice presidente, não sendo a única funcionária presente
na lista, já que dela faz também parte Luísa Cristina Martins Mota, assistente
social, com funções de chefia técnica na ABC. Esta participação de
trabalhadores nos órgãos de gestão das instituições de solidariedade social é possível
graças ao Decreto Lei 172-A/2014.
Apelando à participação de todos os bustuenses
o NB divulga a composição da lista que se apresenta a eleições.
ASSEMBLEIA GERAL:
Presidente da Mesa: José Luís Martins
1º
Secretário: Sérgio Simões Pato
2º Secretário(a):
Dina Eugénia Reis da Costa
DIREÇÃO:
Presidente:
Óscar Aires dos Santos,
Vice-Presidente:
Christina Martins Pires
Secretário:
António Fernando Martins Ferreira);
Tesoureiro(a):
Anabela Oliveira de Almeida
Vogal: António Augusto Ferreira de Almeida
1º Suplente: Luísa Cristina Martins Mota
2º
Suplente: José Eduardo André Gonçalves dos Santos
3º
Suplente: Elmano Isidoro dos Santos Domingues
CONSELHO
FISCAL:
Presidente:
David Ricardo Santos Malta de Oliveira
A questão da Biblioteca de
Bustos/Pólo de Leitura volta a estar em discussão na Assembleia Municipal que
se realiza no próximo dia 27, sexta feira, pelas 19h30, no salão nobre do edifício
dos Paços dos Concelho.
A ordem de trabalhos incluiu no
ponto 5.5 a “apreciação e discussão sobre a instalação e funcionamento do Pólo
de Leitura de Bustos.”
Lília Ana
Águas (CDS), que não foi eleita
deputada mas está no Parlamento em substituição do deputado eleito, Joâo
Almeida, que integra o Governo como secretário de estado da Administração Interna,
já é notícia na imprensa nacional.
Não deixa de
ser assinalável que nesta curta passagem pelo Parlamento (com a queda do
governo João Almeida deverá ocupar o lugar que lhe pertence) Lília Ana Águas já tenha alcançado tão significativa notoriedade.
CDS indica,
autarca escolhe e deputada da AR faz assessoria jurídica nos Açores
MÁRCIO BERENGUEReMARIA JOSÉ SANTANA
A
escolha da deputada centrista Lília Ana Águas, eleita por Aveiro, para funções
de assessoria levantou polémica em jornais locais e nas redes sociais. A
jurista, deputada na Assembleia da República, em Lisboa, foi a escolhida para
fazer assessoria jurídica na Câmara Municipal de Velas, nos Açores, que é da
mesma cor política.
O
próprio presidente da distrital do CDS de Aveiro, Jorge Pato, escreveu uma
publicação no Facebook na qual sublinhava que Lília Ana Águas “pertence ao
Conselho Nacional de Jurisdição do CDS-PP” e foi “escolhida pela hierarquia
nacional do CDS-PP para ajudar o município de Velas, nos Açores, a reorganizar
o seu departamento jurídico”.
AO
PÚBLICO, Jorge Pato admitiu que pode ter sido “infeliz nas palavras” que
escreveu no Facebook. “O que eu pretendia explicar é que, perante as
dificuldades do município de Velas em contratar um advogado, e atendendo à
capacidade de trabalho que o CDS conhecia da Dra. Lília, é natural que o
partido tenha informado que conhecia alguém com disponibilidade”, especificou.
O
presidente da distrital democrata-cristã diz não entender o porquê de tanto
alarido, argumentando que a acta da reunião camarária na qual foi oficializada
a contratação de Lília Ana Águas não deixa margem para dúvidas quanto à
legalidade da situação. “O processo é tão legítimo e pacífico que a oposição
não levantou problemas, nem votou contra”, realçou. “Como é referido na acta,
depois de várias recusas de advogados dos Açores, o município acabou por
arranjar alguém capaz e que ficou mais barato”, sublinhou. “Não me parece que
haja caso”, disse.
O
presidente da Câmara Municipal de Velas, Luís Silveira, garante que a
contratação foi uma escolha sua e foi “por uma questão de mérito, não por cor
política”.
O
autarca explica que, quando chegou à Câmara, já existiam outros contratos,
entre os quais uma avença com um escritório de advogados situado na Terceira.
Segundo afirma, este escritório não quis renovar a avença, levando a Câmara a
procurar outras soluções nos Açores, mas ninguém mostrou interesse.
Foi
por isso, explica, que pediu à sede nacional do CDS que lhe indicasse alguém –
e o CDS indicou Lília Ana Águas. “Pedi à direcção nacional do partido, porque
este é um executivo novo e precisamos de alguém da minha confiança”, justificou
o autarca ao PÚBLICO.
A
avença, entretanto renovada por mais um ano, começou por rondar os 24 mil euros
anuais (cerca de 2360 por mês), tendo sido agora reduzida em cerca de 10%. “No
primeiro ano de contrato, além dos 2000 euros mensais, a autarquia pagou 2721
em deslocações e estadias à advogada, que se desloca uma semana por mês ao
município”, explicou Luís Silveira.
Já
Lília Ana Águas frisa que o seu contrato “não está ferido de qualquer
ilegalidade”, “é público” e não resulta de uma escolha da direcção nacional do
CDS. “Conforme explica a acta da reunião camarária, este contrato surgiu na
sequência de uma necessidade do município de Velas. Eles fizeram a proposta, eu
aceitei e até foi mais vantajoso para a câmara de Velas”, destacou. Sem querer
alongar-se nos comentários, remeteu todos os esclarecimentos sobre a sua
contratação para a acta camarária, na qual não há registo de votos contra.
O
assunto veio a público num direito de resposta, publicado no Jornal da
Bairrada, do vereador do CDS de Oliveira do Bairro, Paulo Caiado, que se
mostrava indignado com a contratação da sua colega de partido e também de
executivo municipal.
Em
declarações ao PÚBLICO, Paulo Caiado disse mesmo ter ficado “em estado de
choque” quando teve conhecimento “que foi através do partido que a referida
avença foi obtida”. “É por causa de atitudes deste tipo que pessoas válidas se
afastam da política”, comentou o vereador oliveirense. Com Maria João Lopes
Agradecendo à senhora Graça Maria Lincho Laranjeira, que
disponibilizou os documentos que agora publicamos, o “Notícias de Bustos” homenageia
António Resende Laranjeira, sócio nº 8 da
União Desportiva de Bustos. Evocamos o cidadão que trabalhou em prol do clube tendo,
nomeadamente, integrado a direção de 1972/1973 e com ele toda uma geração de
bustuenses.
As fotos que publicamos são referentes a
uma época de ouro, os anos setenta, e nelas podemos encontrar jogadores como o
Nunes, o Castanhas e dirigentes, como o Rafael ou o António Laranjeira. Algumas
fotografias não têm grande qualidade, mas valem enquanto memória de um tempo e
de uma instituição que continua a ser um símbolo de Bustos.
Fazemos votos de que estas imagens nos
ajudem a identificar aqueles que nos anos setenta foram a alma e o coração da
UDB. Por isso apelamos à colaboração dos leitores.