18 de julho de 2007

ABC - CONTRIBUTO DA VENEZUELA























O ‘Bustos à Lupa’ lançou uma série de fotos que vem enriquecer o património da memória de Bustos. Uma iniciativa feliz de quem se movimenta em terrenos conhecidos. Os parabéns e um agradecimento antecipado a Alberto Martins por ter facultado algumas peças do acervo da Associação de Beneficência e Cultura de Bustos (ABC) respeitante ao arquivo da “Comissão Instaladora de Venezuela”.
Pelo material agora ‘descoberto’, acrescido do contributo entretanto publicado em outros blogues (nomeadamente, Bustos – do passado e do presente e Notícias de Bustos), mais os trabalhos produzidos por autores de locais, destacando Arsénio Mota e a informação publicada em jornais, além de outras, é chegada a ocasião de se poder reconstruir a história da instituição.

Pela documentação compulsada, ressalta a organização, o empenho e o rigor seguidos pela Comissão Venezuelana (de Bustos) na angariação de fundos destinados a contribuir para "a instalação de todas as Obras Sociais de que a nossa terra carece”.

A credencial emitida pela ‘casa-mãe’ em forma de Declaração datada de 30/5/81 e assinada pela totalidade (ou quase) dos membros da Comissão Instaladora da Associação de Beneficência e Cultura de Bustos – onde está incluída a assinatura de Manuel Simões da Cruz – a certo passo contém: “ autorizamos os nossos conterrâneos Ulisses Oliveira Crespo, João Ferreira Casimiro , Virgílio dos Reis, Álvaro Ribeiro Samagaio, Manuel da Silva e António de Oliveira Crespo a constituírem-se em Comissão Angariadora de Fundos que serão integralmente aplicados nas Obras Sociais”

Mais consta “Dos dinheiros que receberem, deverão obrigatoriamente passar recibo e, enviarem-nos, com as importâncias, os duplicados, ficando em vosso poder o triplicado (tal como nós fazemos aqui)”.

[Da documentação existente em arquivo destaco uma “Acta e Regimento interno, (5.061981) indicando a composição da referida Comissão:
Ulisses de Oliveira Crespo,
João Ferreira Casimiro
Álvaro Ribeiro Samagaio
Virgílio Martins dos Reis
António de O. Crespo
Manuel da Silva
Armando Lima.

(A composição da comissão foi variando ao longo do tempo)


E, mais adiante, na alínea E) do Regulamento lê-se:
"CAIXA – Se determinou que, as quantidades de dinheiro recolectado, ficará sob custódia do Sr. João Ferreira Casimiro, e será manipulada com as condições da Comissão local e as quantidades em dinheiro serão enviadas conforme as condições expostas e acordadas, por determinação da maioria da comissão."

Assinam a Acta: Ulisses de Oliveira Crespo, João Ferreira Casimiro, Álvaro Ribeiro Samagaio, Virgílio Martins dos Reis, Manuel da Silva, António de O. Crespo, que já se
encontrava em Portugal tendo “levado material de trabalho” e Armando Lima.

Um pormenor chamou atenção, cada recibo está assinado por dois membros da comissão, conforme impunha declaração a comissão da casa-mãe e contém a assinatura no canto inferior esquerdo o doador. Uma das obrigações da Associação de Beneficência e Cultura de Bustos (ABC) era a de divulgar a relação dos donativos. Em tempos esteve exposta a lista dos ofertantes. Uma relação de três páginas contendo o número dos recibos, datada de 20 de Julho de 1981 e assinada por Ulisses de Oliveira Crespo, João Ferreira Casimiro (1), Álvaro R. Samagaio, Virgílio M. dos Reis e Manuel da Silva Canão alcança a importância de 1.585.000$00 [7.905,95€].
Notícias de Bustos irá divulgá-la espaçadamente, para que conste.
Esta lista está suportada pelos respectivos recibos.
O recibo está assinado por Ulisses de Oliveira Crespo, Álvaro Samagaio (representantes da Comissão) e pelo doador Manuel Martins da Silva Azenhas, este foi o maior donativo (da 1ª tranche) que consta nesta relação.

(Um aviso prévio. Sucede que se o mesmo doador entregou donativos mais do que uma vez, O excerto da relação agora divulgada apenas contempla a 1ª tranche assinalada na relação de 20.07.1981. Entretanto Notícias de Bustos irá publicar a relação de todos os doadores com os respectivos donativos).

Pela oportunidade, divulga-se também uma ordem de pagamento à “Associação de Beneficência e Cultura de Bustos” emitida pela agência de Caracas do Banco Metropolitano, em 23 de Julho de 1981, sob a ordem de João Casimiro, na importância de US$36.860,47 correspondente a Bs158.500,00.
Segundo nota manuscrita sobre a angariação de fundos,diz o Ulisses Crespo (hoje comendador), realizou 79 visitas; João F. Casimiro, 22; Manuel da Silva, 19; Álvaro Samagaio, 16; Armando Lima, 14; António Crespo, 14; Virgílio dos Reis, 9. Conforme o estabelecido, as visitas eram feitas por dois membros da Comissão.

À data, o Dossier da Venezuela chegado à Comissão da ABC (Bustos) mereceu rasgados elogios.

Escusado será dizer que apesar de divergências circunstanciais, todos pugnaram pelo sucesso da empreitada, graças ao trabalho colectivo da Comissão e teve em Ulisses Crespo o seu dinamizador, segundo foi testemunhado por intervenientes no processo, em desprimor para o trabalho dos outros companheiros.
Felizmente que o Dossier Venezuela parece estar intacto. A merecer ser trabalhado para dar a conhecer o bairrismo do emigrante de Bustos em Terras da Venezuela.
...
Falta decobrir o dossier "Simão Bolívar".
Será possível?
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(1) Sairia da Comissão, conforme teor do memorando de 24. Janeiro.1982, assinado por seis elementos da Comissão Instaladora da Venezuela, contendo um agradecimento pela “sua participação nesta comissão (da Venezuela) pela companhia que nos fez e da maneira que de uma forma ou outra sempre expôs, com a vontade de servir a nossa comunidade.”
sérgio micaelo ferreira, 18.07.2007

17 de julho de 2007

Bustos d`Outrora



Agradecimento ao ABC Bustos por ter disponibilizado as imagens e um agradecimento muito especial ao Museu de São Pedro da Palhaça por ter realizado o tratamento das imagens gratuitamente. O meu muito Obrigado.

Alberto Martins

15 de julho de 2007

Caminhada do Orfeão à Nossa Senhora de Vagos


"Hoje, dia 15 de Julho de 2007, foi dia de Caminhada à Nossa Senhora de Vagos. A iniciativa promovida pelo Orfeão de Bustos, ficou marcada por condições climatéricas adversas e apesar de pouco divulgada conseguiu reunir aproximadamente meia centena de bustuenses, que não abandonaram a iniciativa apesar do mau tempo que se fazia sentir." (BL) Para ler uma reportagem sobre a Caminhada à Nossa Senhora de Vagos consulte o Bustos à Lupa.

13 de julho de 2007

ANIMAÇÃO DE VERÃO

  • 15 de Julho, domingo
Caminhada até à Nossa Senhora de Vagos. A partida está marcada para junto da sede do Orfeão de Bustos, pelas 7h30.
  • 21 de Julho, sábado.

    Vº Fórum de Bustos, pelas 12horas, no salão da Sóbustos, no Sobreiro.
    Almoço de confraternização que incluirá o tradicional fórum aberto, uma homenagem ao Engº Santos Pato, estando a animação musical a cargo de Manuel Miranda Filho.

    22 de Julho, domingo.

    Décima concentração cicloturista de Bustos, com encontro marcado para as 8h30, no recinto da feira, terá como destino a praia da Vagueira.

5 de Agosto, domingo.

Festa da Nossa Senhora dos Emigrantes, na Azurveira.




12 de Agosto, domingo.

Festas do Santo Padroeiro, S. Lourenço, com a tradicional procissão e, pelas 21h30, a actuação do rancho folclórico S. Simão da Mamarrosa.

11 de julho de 2007

Vinho Velho...



Reprodução autorizada pela Câmara Municipal de Anadia, titular dos direitos sobre a imagem (copyright). Os nossos agradecimentos.
E um abraço ao Fernando Jorge, criador da imagem e do tema.

9 de julho de 2007

FÓRUM DE BUSTOS: 5-FORA DE PORTAS

Em 2006 o Fórum foi até à Malaposta para uma sentida homenagem a Pompeu Aires, o célebre Pompeu dos Frangos. Arsénio Mota fez então o balanço do encontro para o “NB”.
“Não faltou honra nem beleza ao nosso último «Fórum de Bustos», este ano realizado a título excepcional no restaurante Pompeu dos Frangos, na Malaposta, justamente para evocar aquele bustuense inesquecível.A organização pecou por escassez de divulgação, devo confessá-lo como culpa própria, por isso foram menos numerosos os inscritos em prazo útil, mas por fim tudo se compôs a contento geral. Estiveram 63 comensais nas mesas, esgotando a lotação máxima.
As senhoras aderiram desta vez de forma significativa e até se dispõem agora, graças à boa vontade da Dina, filha da Esmeralda e irmã do Belino, a organizar o «Fórum» em 2007! Mereceram por tudo isto abundantes aplausos.É claro que a organização de tal iniciativa não é complicada. Dá apenas um pouco de trabalho e muita satisfação. Todavia, recolhendo a experiência das jornadas anteriores e tentando dar-lhe uma resposta, diria que valerá a pena contemplar os seguintes pontos:Melhorar o mais possível a divulgação através de cartazes, notícias, convites directos;Criar uma pequena ficha de inscrição no almoço a preencher e a assinar pelos futuros participantes (a guardar pela organização);Pedir a quem preencher a ficha que indique o nome pelo qual deseja ser nomeado e reconhecido no «Fórum» (há alcunhas que valem mais que nomes);Fornecer a cada inscrito um pequeno autocolante para exibir na camisa ou no casaco onde conste o seu nome bem legível;Diligenciar para que se reforce cada vez mais a abordagem das questões mais gerais do desenvolvimento da nossa terra.Com estas pequenas inovações, os nossos almoços de convívio e fraternidade comunitária avançarão inegavelmente em resultados e em real eficácia de modo a evidenciar o sentimento bairrista, a participação e a educação cívica dos Bustuenses.”
Arsénio Mota

4 de julho de 2007

A MARAVILHA DAS MARAVILHAS!

O blog de Oliveira do Bairro abriu inscrições aceitando candidaturas às sete maiores maravilhas (leia-se aberrações) do nosso concelho. Em resposta a tão interessante pedido aqui apresentamos a nossa candidata à mais fantástica e esplendorosa maravilha/aberração concelhia:

A CASA DO PADRE DE BUSTOS



“A casa de Deus? Como?... Se Deus é imenso.
Depois de longas conversas com o Padre Vidal, acabo por concluir que apenas teria de criar um abrigo, onde os homens se juntam para encontrar Deus. Porém, com a dignidade que Deus merece...”

São palavras do Arquitecto Rocha Carneiro (escritas em Agosto/2000 e publicadas no JB), o homem que concebeu e desenhou a igreja de Bustos. Ele sabia que os homens passam e a obra fica. E que na obra o homem se espelha, nela mostra arte, inteligência, reflecte um tempo e uma época. A igreja de Bustos é uma obra tocada por muitos artistas e um deles, Francisco Xavier de Viveiros Costa (X.Costa), escultor açoriano, para além do relevo cerâmico que cobre a parede lateral esquerda do baptistério (“Moisés Salvo da Águas”) ofereceu à igreja o desenho monumental que se encontra na fachada posterior, feito com pedaços de vidro de garrafa, versando o tema ““Deixai vir a mim as criancinhas”.

Tudo foi pensado e concretizado, como escreveu Rocha Carneiro, “com a dignidade que Deus merece.” Tanto por dentro como por fora. No exterior foi até construído um passeio, em calçada portuguesa, rodeando o templo. Passeio que se alargava junto à fachada posterior ajudando assim a enquadrar a parede arqueada, pintada de branco de onde ressaltava a grande imagem desenhada por X Costa. E esta, quando o sol bate nos pedaços de vidro com que foi desenhada, parece ganhar vida e ter luz.

Até aqui tudo faz sentido. Tudo é digno. Mas a partir daqui tudo é grotesto e estúpido. O que se passou chega a ser indigno. De Deus e dos Homens. Foi ontem. É hoje. Será amanhã. Ninguém, ainda menos os católicos, poderão dizer que dali lavam as suas mãos.

O que se passou de tão grave?

O que tão simplesmente aconteceu foi que o senhor prior, estando necessitado de uma casa para sua humana habitação, a construiu no tal passeio que existia junto à fachada traseira da casa de Deus. Violando as mais elementares leis de urbanismo, todos os códigos e regulamentos, cuspindo sobre o trabalho do arquitecto e do escultor, desprezando a obra e a dignidade que Deus merece, edificou a sua casinha, quase paredes meias com o templo. E logo depois para que a junção se desse, e também porque dava jeito um telheiro para arrumar o automóvel em dias de invernia (e nos outros), mandou instalar uma cobertura plástica unindo os pés da patriarcal figura desenhada por X Costa com a porta de entrada do seu humilde lar. Alapou-se a uma das paredes da igreja!





Também os padres, porque são homens, pecam e tomam como suas coisas que não lhes pertencem. Também os padres erram.
O crime foi feito. Está cometido.
É grave, mas pior ainda é ver que perdura. Escandaloso é que a casa e o seu anexo plastificado continuam a abarracar a igreja de Bustos, a nossa mais imponente obra de arquitectura, ainda hoje. Ainda agora. O pior são os cúmplices que não estranham o atentado, nem se indignam. Nem nada!
Valha-nos Deus!

Corem de vergonha ó gentes de Bustos! Já não há respeito? Já nem por Deus se tem consideração? Já não há vergonha?

É preciso avançar com a demolição daquela ilegalidade, daquela injúria. Cumpra-se o que um dia propôs Sérgio Ferreira : “Arrombar a casa do pároco, ajardinar o espaço e colocar holofotes no chão para iluminar o mural corresponde ao pedido de desculpas adequado.”

Não há outra forma de recuperarmos a nossa credibilidade, o nosso respeito perante os vindouros, ou seremos tomados como gente de baixa estirpe, sem gosto nem valores. E de escassa inteligência. Gente desprezível!
Demolir aquele nojo é essencial. E se o actual pároco, ou o futuro, precisar de um lar pois que o instale no edifício inacabado em frente da igreja. Dessa forma, esse outro atentado arquitectónico que até agora só serviu para instalar um Banco (e não é o Espírito Santo), encontrará, finalmente, uma boa razão de ser. Espaço não falta para um bom apartamento e muito ainda sobrará. Como a obra tem estado parada por dela não haver necessidade, é uma graça termos um tão bom motivo para dar um destino àquela bustuense obra de Santa Engrácia.
De uma só vez podemos acabar com um horroroso mamarracho que mancha a nossa vida colectiva, e dar, décadas depois da primeira pedra, utilidade a uma obra que de tanto estar parada já perdeu qualquer sentido.
Haja coragem! Haja homens! Haja fé!

Belino Costa

3 de julho de 2007

TRANSPORTES URBANOS COM POUCA ADESÃO

A falta de divulgação poderá ser umas das razões para a fraca adesão popular no primeiro dia de funcionamento da rede municipal de transportes. O jornal Primeiro de Janeiro faz, na sua edição de hoje, o ponto da situação:

“O serviço de transportes urbanos começou ontem a funcionar em Oliveira do Bairro, com o objectivo de reforçar a centralidade da sede concelhia, mas foram poucos os passageiros que embarcaram na manhã do primeiro dia.
A insuficiente divulgação é reconhecida pelos responsáveis da autarquia, que confiam numa maior adesão nos próximos dias, “à medida que as pessoas vão passando palavra e o serviço começa a ser conhecido”. Apesar da ideia de transportes colectivos intermunicipais ser defendida no seio da Associação de Municípios da Ria (AMRia) a que Oliveira do Bairro pertence e de haver “um namoro antigo” para a cobertura do município pelos autocarros do vizinho concelho de Aveiro(MoveAveiro), o executivo municipal a que preside Mário João Oliveira (PSD) decidiu avançar com o serviço próprio, que havia prometido em campanha eleitoral. “Nada impede que a rede intermunicipal venha a ser montada, usando os serviços que cada município já dispõe. A essa rede poderá ser entregue a gestão dos percursos e horários e não necessariamente [a gestão] patrimonial”, justificou a vereadora Laura Pires. Já quanto à não cobertura pela MoveAveiro, a explicação oficial é a de que é uma questão de números: “chegámos a ter conversas com a MoveAveiro, mas o custo do serviço era superior”, disse a vereadora da Câmara de Oliveira do Bairro.
Há, no entanto, uma opção política que também pesa na decisão dos autarcas de Oliveira do Bairro e que a escolha pelos autocarros do município vizinho dificilmente poderia preencher e que é a de “afirmar a centralidade de Oliveira do Bairro”. “Foram definidos dois percursos para chegar a todos os lugares do concelho e permitir às pessoas virem à cidade de Oliveira do Bairro tratar dos seus assuntos pessoais e fazer compras. Há a preocupação de acentuar a centralidade de Oliveira do Bairro, contrariando a atracção de outros centros urbanos sobre partes do nosso concelho, nomeadamente de Aveiro em relação a Oiã, Palhaça e Bustos”, admitiu uma fonte envolvida no processo.
Na fase experimental, os transportes colectivos funcionam sem paragens definidas, em que os passageiros embarcam após fazerem sinal de paragem ao autocarro, desde que salvaguardadas as condições de segurança. Além da falta de divulgação, uma das críticas ouvidas pela Lusa no primeiro dia junto de alguns moradores é a de que “os horários não servem para quem trabalha nas fábricas”. “O objectivo é servir a população mais idosa e desfavorecida e nesta fase vamos a todas as aldeias, mas todas as zonas industriais estão incluídas nos percursos”, explicou Laura Pires.

2 de julho de 2007

A PRIMEIRA REDE MUNICIPAL DE TRANSPORTES

Eram cerca das 7:30 horas quando um autocarro de 22 lugares partiu de Bustos com destino a Oliveira do Bairro.Iniciou-se assim, ainda que em fase experimental, o circuito “A” da primeira rede de transportes púbicos do Concelho de Oliveira do Bairro.
Com um custo de 50 cêntimos por viagem, independentemente do percurso, os habitantes do concelho passam a dispôr de dois circuitos funcionando, de segunda a sexta, entre as 7.30 horas e as 19.30, e aos sábados entre as 9 e as 13 horas.
O circuito "A" parte de Bustos, passa pela Palhaça, segue por Oiã, chega a Oliveira do Bairro e regressa fazendo o circuito inverso. O circuito "B" parte da Mamarrosa, segue por Bustos, Troviscal até Oliveira do Bairro, fazendo várias vezes o percurso durante a tarde. Segundo declarações de Mário João Oliveira, presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, ao Jornal de Notícias, "ambos os circuitos vão partir da periferia do concelho, na medida em que o que se pretende é trazer as pessoas à sede de concelho, e, ao mesmo tempo, permitir que possam usufruir do transporte para trabalharem”.

É Oliveira do Bairro a tentar construir e afirmar a sua centralidade.

1 de julho de 2007

ABC nas Marchas Populares de Oliveira do Bairro


Ontem, 30 de Junho, realizaram-se as Marchas Populares de Oliveira do Bairro, onde se fizeram representar diversas associações do Concelho, onde também não faltou a presença da Associação de Beneficência e Cultura de Bustos que se fez representar com as marchas infantis com tema alusivo ao futebol. Para saber mais sobre este evento leia uma reportagem no Bustos à Lupa