29 de novembro de 2005

UM ALERTA - FALTA DE SEGURANÇA



O Pontão de Vale Maior no caminho vicinal Póvoa - Fornos - Penedos não tem qualquer protecção lateral. Um alerta à consideração do executivo local.

( sérgio micaelo ferreira)

28 de novembro de 2005

FOTO-ÁLBUM: CANTARES POPULARES DE BUSTOS

Regina, do Montouro (voz e percussão), Jucelina, do Sobreiro (voz e percussão), Dany, do Troviscal (viola baixo e voz), André, da Póvoa (flauta e voz), Rafael, de Oiã (viola e voz), Cecília, do Troviscal (voz, percussão e bombo), Elmano, de Bustos (cavaquinho e voz), Aníbal, do Passadouro (acordeão).

ANDRÉ GRANJO – PERCURSOS DO CURRÍCULO

Já passaram alguns calendários desde o tempo em que André Granjo estudava no ‘Colégio de Bustos’, onde mais tarde teria a responsabilidade de coordenação da equipe do IPSB[1] que ganhou pela primeira vez as Escolíadas nos Três Pinheiros, e das seguintes em que o colégio participou.
Destaca-se também a co-autoria[2] do projecto do ‘Colégio de Bustos’ selecionado para representar Portugal na Europália em Bruxelas.
O facto de André Granjo “Em 2003, em negociações, realizadas com o apoio da câmara, trata do projecto de construção e projecto de criação da Escola de Artes da Bairrada”

E ainda o de ter apresentado provas públicas de acesso ao grau académico de MESTRE, no melhor Auditório de Coimbra, o seu currículo merece ser divulgado.
(O seu Currículo está disponível na Secção OUTROS TEXTOS)

[1] Instituto de Promoção Social da Bairrada (‘Colégio de Bustos’)
[2] André Granjo e Miguel Águas
Sérgio Micaelo Ferreira
Nota: "Propõe um Director Administrativo e um Director Pedagógico e submete às entidades competentes (DREC) o processo para autorização de funcionamento. Posteriormente, a mesma Câmara suspende o processo, afasta-o do projecto, mas vem retomá-lo com as mesmas pessoas por ele indicadas, porque foi o único meio legal de abrir a Escola ainda em 2003/2004"
A Câmara afasta-o 'da sua escola de Artes', mas continua a ser o estratega da sua forma e conteúdo.
Quantos ledores, tantas as sentenças - Sá de Miranda

27 de novembro de 2005

ROSSIO DA PÓVOA - Regresso às origens?



Rossio da Póvoa- Largo da Póvoa - Largo Nosso Senhor dos Aflitos -
o largo dos três nomes; duas capelas; um sino
Para quando o regresso às origens? Rossio, de nome próprio.
(Sérgio Micaelo Ferreira)

26 de novembro de 2005

ANDRÉ GRANJO - MAIS MESTRE

André Granjo preserva o brilho da batuta do seu bisavô José Oliveira.
É também o momento de recordar o ‘4 de Fevereiro de 1911’, dia da primeira apresentação da Banda Escolar do Troviscal.

Sérgio Micaelo Ferreira

(O Concerto realizou-se no dia 23 de Novembro aqui

Consultar neste Blogue:

25.11.05 - ANDRÉ GRANJO PRESTA PROVAS, por Milton Costa)

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apostila inserida às 14H14:
André Granjo é um dos talhadores da ideia “Escola das Artes da BAIRRADA”, conforme está em texto vindo a lume:
“Abílio Manuel Morgado, secretário de Estado da Administração Educativa, Maria de Lurdes Cró, directora-regional Educação do Centro e o autarca Acílio Gala presidiram, no último sábado, à inauguração oficial da Escola de Artes da Bairrada que entrou em funcionamento, no passado mês de Novembro.Uma obra que ultrapassou os 650 mil euros e que segundo António Dias Cardoso “se deve à iniciativa da União Filarmónica do Troviscal, que pretendeu criar um ensino de música com a qualidade que o seu maestro André Granjo sonhou”. aqui


extraído de ‘Um belo exemplo!’ editado no blogue Bustos – do passado e do presente, maio 19, 2004

25 de novembro de 2005

ANDRÉ GRANJO PRESTA PROVAS

Decorreu na passada quarta-feira, pelas 21h30, no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, um concerto da Banda da Polícia de Segurança Pública (PSP) dirigida pelo Maestro André Ganjo.
O Maestro André Granjo escolheu diversas partituras de compositores clássicos e contemporâneos tais como Beethoven, Strauss, Tull e Reed. A sala estava quase cheia e as composições musicais foram apresentados com profissionalismo e emoção.
Este concerto fez parte das provas de mestrado do Maestro André Granjo, descendente do saudoso mestre José de Oliveira, que me deixaram orgulhoso por ele ser do Troviscal e por ser continuador da tradição musical da família.
É realmente um prazer ver e ouvir uma banda como a da PSP, dirigida por um jovem que alguns políticos locais diziam que “não prestava”. Parece que presta e o concerto foi disso prova.

Milton Costa

24 de novembro de 2005

AS ANDANÇAS DE UM ESCRITOR BUSTOENSE


Posted by Picasa

“Mas um homem não foi feito para a derrota – disse. –
Um homem pode ser destruído, mas não derrotado».
Ernest Hemingway, O Velho e o Mar

Completam-se este ano as quinquagenárias andanças de um Bustoense pelas encrespadas veredas das palavras. A homenagem-reconhecimento que, no Sábado, lhe foi prestada teve apenas o demérito de ter sido tardia. Bustos, a sua terra natal, apesar de a ela ter dedicado três monografias a contar a sua história – tem ostensivamente ignorado a sua actividade como mostrador de realidades, isto é, como escritor empenhado em espalhar balões de palavras para ajudar a combater a cinzentânia do universo cultural bustoense.

Ora, este animoso lutador pelo intransferível direito à liberdade individual e colectiva, bem merece que os seus concidadãos natais lhe erijam um busto, não de granito, mármore ou vil metal, senão o que é formado pela leitura das palavras que, com afã e ternura, que foi arrancando de si e semeando nos seus livros com estrénua dedicação. É, pois, através da leitura das suas escrivivências (as vivências daquele que vive o que escreve e escreve o que vive) que se presta homenagem a um escritor. Além disso, é a esta singela homenagem – de reconhecimento que Arsénio Mota almeja.

Assim, não deixem que o escritor que soube combater (combater-se) para alcançar os seus sonhos, seja destruído precisamente na terra que o viu nascer. Aliás, a derrota que a vida inflige a todos os seus usuários é mais fácil de suportar através do diálogo do leitor com a obra. Como Santiago – o velho protagonista de O Velho e o Mar de Heminguay – Arsénio Mota não se deixou abater pelas vicissitudes que se oponham à consecução dos seus sonhos.

Deste modo, em tempos que a Bairrada, como o diagnosticam as acutilantes palavras de um dos seus amigos[1], “parece deixar-se embrulhar novamente, em espesso manto de silêncio cultural, é proibido esquecer o que Arsénio Mota fez por ela e também pela terra onde nasceu”. (...) Ambas lhe devem muito, resta saber se uma e outra têm feito o que devem para merecer Arsénio Mota. Por isso, não desmereçam o contributo que ele tem desempenhado em prol da cultura bairradina, leiam os seus livros.

mairaduarte@sapo.pt

[1] Carlos Braga, in Arsénio Mota- 50 anos de escrita, p. 61

22 de novembro de 2005

A FESTA EM FOTOS



Sara Reis da Silva:

«E se, como muitos preconizam, a literatura de qualidadepreferencialmente vocacionada para os mais novos é aquela que é também lida de modo aprazível pelos adultos (…), julgamos que o brevíssimo olhar que, nesta abordagem, lançámos sobre alguns textos de Arsénio Mota acaba inevitavelmente por testemunhar alguns desses “doces sabores” que provámos na leitura das suas palavras.»

Carlos Braga:

«Quer falemos em jornalismo quer falemos em literatura, temos que lhe agradecer uma escrita limpa, enxuta e sóbria em adjectivos, despida de superficialismos, que faz dele uma espécie de operário das palavras, que as trabalha arduamente até se transformarem em “pequenas maravilhas de dizer expurgado [e] de concisão, que na aparente simplicidade da palavra nua captam os ritmos dominantes da vida”. A escrita de AM é um rio de muitos conhecimentos, cujo caudal engrossa à custa dos afluentes culturais mais variados.»



Serafim Ferreira:

Arsénio Mota – 50 anos de escrita «é acima de tudo o enaltecimento por uma vida dedicada à literatura (…) E isso basta para justificar este livro: uma espécie de “memória descritiva” de um itinerário intelectual tão singular e coerente.»