29 de novembro de 2005
28 de novembro de 2005
FOTO-ÁLBUM: CANTARES POPULARES DE BUSTOS
Regina, do Montouro (voz e percussão), Jucelina, do Sobreiro (voz e percussão), Dany, do Troviscal (viola baixo e voz), André, da Póvoa (flauta e voz), Rafael, de Oiã (viola e voz), Cecília, do Troviscal (voz, percussão e bombo), Elmano, de Bustos (cavaquinho e voz), Aníbal, do Passadouro (acordeão).
ANDRÉ GRANJO – PERCURSOS DO CURRÍCULO
E ainda o de ter apresentado provas públicas de acesso ao grau académico de MESTRE, no melhor Auditório de Coimbra, o seu currículo merece ser divulgado.
27 de novembro de 2005
ROSSIO DA PÓVOA - Regresso às origens?
26 de novembro de 2005
ANDRÉ GRANJO - MAIS MESTRE
André Granjo preserva o brilho da batuta do seu bisavô José Oliveira.
É também o momento de recordar o ‘4 de Fevereiro de 1911’, dia da primeira apresentação da Banda Escolar do Troviscal.
Sérgio Micaelo Ferreira
(O Concerto realizou-se no dia 23 de Novembro aqui
Consultar neste Blogue:
25.11.05 - ANDRÉ GRANJO PRESTA PROVAS, por Milton Costa)
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apostila inserida às 14H14:
André Granjo é um dos talhadores da ideia “Escola das Artes da BAIRRADA”, conforme está em texto vindo a lume:
“Abílio Manuel Morgado, secretário de Estado da Administração Educativa, Maria de Lurdes Cró, directora-regional Educação do Centro e o autarca Acílio Gala presidiram, no último sábado, à inauguração oficial da Escola de Artes da Bairrada que entrou em funcionamento, no passado mês de Novembro.Uma obra que ultrapassou os 650 mil euros e que segundo António Dias Cardoso “se deve à iniciativa da União Filarmónica do Troviscal, que pretendeu criar um ensino de música com a qualidade que o seu maestro André Granjo sonhou”. aqui
extraído de ‘Um belo exemplo!’ editado no blogue Bustos – do passado e do presente, maio 19, 2004
25 de novembro de 2005
ANDRÉ GRANJO PRESTA PROVAS
O Maestro André Granjo escolheu diversas partituras de compositores clássicos e contemporâneos tais como Beethoven, Strauss, Tull e Reed. A sala estava quase cheia e as composições musicais foram apresentados com profissionalismo e emoção.
Este concerto fez parte das provas de mestrado do Maestro André Granjo, descendente do saudoso mestre José de Oliveira, que me deixaram orgulhoso por ele ser do Troviscal e por ser continuador da tradição musical da família.
É realmente um prazer ver e ouvir uma banda como a da PSP, dirigida por um jovem que alguns políticos locais diziam que “não prestava”. Parece que presta e o concerto foi disso prova.
Milton Costa
24 de novembro de 2005
AS ANDANÇAS DE UM ESCRITOR BUSTOENSE

“Mas um homem não foi feito para a derrota – disse. –
Um homem pode ser destruído, mas não derrotado».
Ernest Hemingway, O Velho e o Mar
Completam-se este ano as quinquagenárias andanças de um Bustoense pelas encrespadas veredas das palavras. A homenagem-reconhecimento que, no Sábado, lhe foi prestada teve apenas o demérito de ter sido tardia. Bustos, a sua terra natal, apesar de a ela ter dedicado três monografias a contar a sua história – tem ostensivamente ignorado a sua actividade como mostrador de realidades, isto é, como escritor empenhado em espalhar balões de palavras para ajudar a combater a cinzentânia do universo cultural bustoense.
Ora, este animoso lutador pelo intransferível direito à liberdade individual e colectiva, bem merece que os seus concidadãos natais lhe erijam um busto, não de granito, mármore ou vil metal, senão o que é formado pela leitura das palavras que, com afã e ternura, que foi arrancando de si e semeando nos seus livros com estrénua dedicação. É, pois, através da leitura das suas escrivivências (as vivências daquele que vive o que escreve e escreve o que vive) que se presta homenagem a um escritor. Além disso, é a esta singela homenagem – de reconhecimento que Arsénio Mota almeja.
Assim, não deixem que o escritor que soube combater (combater-se) para alcançar os seus sonhos, seja destruído precisamente na terra que o viu nascer. Aliás, a derrota que a vida inflige a todos os seus usuários é mais fácil de suportar através do diálogo do leitor com a obra. Como Santiago – o velho protagonista de O Velho e o Mar de Heminguay – Arsénio Mota não se deixou abater pelas vicissitudes que se oponham à consecução dos seus sonhos.
Deste modo, em tempos que a Bairrada, como o diagnosticam as acutilantes palavras de um dos seus amigos[1], “parece deixar-se embrulhar novamente, em espesso manto de silêncio cultural, é proibido esquecer o que Arsénio Mota fez por ela e também pela terra onde nasceu”. (...) Ambas lhe devem muito, resta saber se uma e outra têm feito o que devem para merecer Arsénio Mota. Por isso, não desmereçam o contributo que ele tem desempenhado em prol da cultura bairradina, leiam os seus livros.
mairaduarte@sapo.pt
[1] Carlos Braga, in Arsénio Mota- 50 anos de escrita, p. 61
22 de novembro de 2005
Sara Reis da Silva:
«E se, como muitos preconizam, a literatura de qualidadepreferencialmente vocacionada para os mais novos é aquela que é também lida de modo aprazível pelos adultos (…), julgamos que o brevíssimo olhar que, nesta abordagem, lançámos sobre alguns textos de Arsénio Mota acaba inevitavelmente por testemunhar alguns desses “doces sabores” que provámos na leitura das suas palavras.»
Carlos Braga:
«Quer falemos em jornalismo quer falemos em literatura, temos que lhe agradecer uma escrita limpa, enxuta e sóbria em adjectivos, despida de superficialismos, que faz dele uma espécie de operário das palavras, que as trabalha arduamente até se transformarem em “pequenas maravilhas de dizer expurgado [e] de concisão, que na aparente simplicidade da palavra nua captam os ritmos dominantes da vida”. A escrita de AM é um rio de muitos conhecimentos, cujo caudal engrossa à custa dos afluentes culturais mais variados.»
Serafim Ferreira:
Arsénio Mota – 50 anos de escrita «é acima de tudo o enaltecimento por uma vida dedicada à literatura (…) E isso basta para justificar este livro: uma espécie de “memória descritiva” de um itinerário intelectual tão singular e coerente.»






