18 de outubro de 2011

GRANDE PRÉMIO “11 DE OUTUBRO” DE S. JOÃO DA MADEIRA – CARLA MARTINHO E MARIA BATISTA (ADERCUS) NO PÓDIO. VENCEDORA VEIO DO TROVISCAL:ANÁLIA ROSA (MCP)

Carla Martinho e Maria Batista, foram as atletas que conquistaram lugares de pódio para a ADERCUS, este fim-de-semana, em S. João da Madeira.

Decorreu no sábado à noite , o Grande Prémio de Atletismo “11 de Outubro” de S. João da Madeira, no qual a ADERCUS realizou a primeira participação competitiva da nova época para os atletas dos escalões de formação.





Luana Ferreira e Ariana Ferreira foram as primeiras atletas a entrarem em acção, na disputa da corrida de benjamins femininos, na qual cortaram a meta no 12º e 34º lugares, respetivamente. Em infantis femininos, Beatriz Rodrigues foi a 8ª, Salomé Sousa 25ª, e entre os masculinos, Diogo Salgado foi o 30º.

Maria Batista no 3.º lugar do pódio das iniciadas.

O primeiro momento alto para as cores da ADERCUS estava reservado para a prova de iniciados, na qual Maria Batista subiu ao pódio no 3º lugar, seguindo-se Inês Silva 12ª, Catarina Rodrigues 13ª, e Joana Gomes 28ª. Nos iniciados masculinos, João Ferreira foi o 14º e Micael Morado 43º. Nos juvenis femininos, Soraia Silva foi 8ª, e nos masculinos, Daniel Moreira foi 11º, Márcio Gouveia 26º, José Costa 32º, Dmytro Bondarenko 48º. Nos juniores, Rute Silva foi a 5ª e Miguel Gouveia o 19º.

Anália Rosa (Maratona Clube de Portugal) – a Primeira.

Carla Martinho (ADERCUS) – Fecha o Pódio.

Na corrida principal para séniores e veteranos, com a distância de 8.000m, a vitória sorriu a Anália Rosa (Maratona Clube de Portugal), seguida de Sara Pinho (Sporting CP), 2ª classificada, e de Carla Martinho, 3ª, que voltou a subir ao pódio, após uma disputa cerrada com Daniela Cunha, do Maratona Clube de Portugal, que acabaria por se ver fora do pódio. Seguiram-se Joana Nunes, 8ª classificada, e Mónica Simões 15ª, que tiveram um bom desempenho, face à qualidade e quantidade de atletas em prova.

foto e texto ADERCUS

EM BUSCA DE UMA ESTRATÉGIA (1): BUSTOS


Duarte Novo, presidente da Junta de Freguesia, tem feito um bom trabalho. Tendo em conta os meios e os poderes de que dispõe pouco mais lhe será exigível. Falhou no entanto num ponto essencial e acaba por ser vítima de alguma falta de estratégia política.

Se mais razões não existissem, e elas são muitas, só o facto de integrar uma força partidária que é minoritária (o domínio concelhio do PSD é esmagador), Duarte Novo deveria ter tentado alargar a sua base de apoio, promovendo o debate de ideias, gerando aliados em torno de propostas e soluções. Um pouco menos de karaoke e um pouco mais de abertura ao pensamento teriam ajudado.
Agora está perante a irónica situação de ter ouvido o Presidente da Câmara, na sua casa, pedir propostas, mostrando toda a vontade de resolver os nossos problemas tendo ficado à espera, pacientemente, pelas ideias e soluções dos bustuenses... E se nada fizer é porque Bustos e Duarte Novo não indicaram a luz ao fundo do túnel!


Todos nós, teoricamente, podemos apresentar propostas à C.M.O.B e ao seu presidente, mas se este desejasse, realmente, a participação da população concelhia na elaboração do orçamento camarário, já tinha criado um orçamento específico para tal como, por exemplo, acontece com o “Orçamento Participativo”, em Lisboa. Nada de semelhante foi proposto ou pensado. Aqui a participação popular só interessa quando serve para adiar problemas e responsabilizar terceiros pela inacção do poder politico concelhio.

Como faltam ideias, projectos, vontade, os nossos líderes esperam que os iluminemos. Mesmo sabendo que essa é uma tarefa inglória, vale a pena tentar.
Indiquemos a primeira premissa do debate:
Tudo deve ser equacionado em dois planos, no plano das necessidades imediatas da freguesia, como por exemplo a recuperação do Palacete, e no plano de uma estratégia concelhia para a zona sul, como por exemplo o destino a dar aos terrenos da feira.

Bustos cometerá um erro crasso se defender um plano estratégico fechado sobre os limites da freguesia, sem se enquadrar numa perspectiva concelhia e distrital. Comecemos por colocar algumas questões essenciais:
Qual a função de Bustos dentro de uma estratégia concelhia de desenvolvimento? O que é que temos a oferecer? Que mais-valias, que sinergias, que trunfos temos que possam jogar um importante papel no desenvolvimento concelhio, especialmente na zona sul, a que menos cresceu na última década.

Os dados já conhecidos do último censo revelam uma realidade indesmentível, o norte progrediu, o sul quase estagnou. O concelho cresceu em população residente, tem mais 1864 habitantes do que em 2010. Desses, 1525 instalaram-se nas freguesias de Oiã e Oliveira do Bairro. Os outros 339 espalharam-se pelas restantes freguesias, ficando a Palhaça com a maior fatia, 259. A freguesia mais a sul, Mamarrosa, perdeu 39 habitantes, enquanto Troviscal quase não cresceu dado os seus 7 novos residentes. Bustos assinala um crescimento mediano com 76 novos habitantes.

Estes números são uma demonstração de que o desenvolvimento do sul do concelho tem sido descurado em prol do norte. Denunciar esta dualidade, defender a necessidade do sul do concelho ter um pólo de desenvolvimento deverá ser a primeira questão a colocar sobre a mesa. Mas para isso o executivo da Câmara Municipal terá que rever e repensar o plano estratégico de desenvolvimento, se é que ele existe. O que não será fácil porque a força eleitoral das freguesias a norte se reforçou e, para qualquer um político, são os votos que contam. Em tempo de eleições não contam as freguesias, contam os fregueses.

Belino Costa

16 de outubro de 2011

SEM REFORMA MAS COM FUTURO



O Governo da República promete uma grande reforma administrativa. Como entre o discurso político e a realidade há sempre um enorme fosso, prevejo uma reformazita que deixará o nosso concelho inalterado.
Tudo ficará como até aqui, pelo que o melhor será reflectir sobre uma estratégia de futuro para Bustos e para o concelho. Mais importante do que meras medidas administrativas são as medidas politicas que mobilizem as populações e as ajudem a criar riqueza.

O debate político, sem preconceitos ou temores, não faz parte da nossa tradição. Pelo contrário, 48 anos de ditadura criaram uma tradição de subserviência para com o poder político quando não de dependência. Ajudaram a criar uma cultura monocórdica, incapaz de suportar o contraditório, ou aceitar a crítica mais óbvia. Facilmente qualquer debate se transforma num lavar de roupa suja e a emoção tende a dominar qualquer forma de racionalismo.

Continuamos de chapéu na mão e espinha dobrada enquanto o poder político nos estende a mão ou nos aponta o dedo, lá do alto, do etéreo assento onde vive. (Em geral vivem muito bem, que o diga o ministro Miguel Macedo pois mesmo com casa própria em Lisboa, recebe um subsídio de 1150 euros para alojamento, por ser da província!!!)

Apesar dos tempos de crise e de descrédito vale a pena pensar o futuro, ousar o progresso em vez da depressão. Vamos pensar Bustos e o nosso concelho. Vamos fazer críticas, elogios, dar sugestões. Queremos, sobretudo, publicar as suas opiniões. Não se limite a dizer mal, a apontar problemas, pense num caminho, aponte uma direcção, uma ideia. Não estaremos sempre certos, mas é da discussão que nasce a luz.

Vale a pena tentar.

Belino Costa

14 de outubro de 2011

JOÃO PEDREIRAS - HOJE EM FESTA

Fonte aqui

O deputado João Pedreiras veio trazer juventude às ”cortes” de Bustos.

Aguarda-se pela sua intervenção na próxima sessão da Assembleia de Freguesia para dar cumprimento à discussão pública sobre a ‘Reforma do Território”.

Augura-se muitos silêncios sobre a dita "Reforma". Para o eleitorado não fugir....

Entretanto as discrepâncias vão surgindo ...

Ex. A freguesia de Leça, com 15 mil habitantes vai ser agregada a Matosinhos, enquanto que as freguesias do sul do concelho de Oliveira do Bairro vão manter-se.

...

Freguesia de Ermesinde não preenche os requisitos para ser concelho?

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Uma sugestão, o interior profundo deve ser mantido no esquecimento ou abandonado (como é testemunhado pela paralisação das obras no túnel do Marão)... salvo uma ou outra situação a merecer revisão..

......................

Um grande e arquitetado dia 14 de Outubro.2011. Parabéns

13 de outubro de 2011

LOJA SOCIAL DE BUSTOS ABRE CAMPANHA PARA RECOLHA DE MATERIAL ESCOLAR

A Loja Social de Bustos tem em marcha uma campanha de solidariedade para recolha de material escolar.

NB divulga a lista:

- Mochilas

- Cadernos

- Capas / Dossiês e respectivas folhas

- Lápis

- Canetas

- Lapiseiras

- Marcadores

- Aguças

- Borrachas

- Estojos

- Máquinas de calcular

- Dicionários

- Material de Desenho (Educação Visual)

- Sacos de Desporto

- Meias de Desporto

- Sapatilhas

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Vamos partilhar pequenos gestos que ajudem a abrir as portas à alegria .

ADERCUS EM INÍCIO DE ÉPOCA – CARLA MARTINHO MAIS RÁPIDA NOS 4.800 METROS


Com equipas seniores masculina e feminina reforçadas, a ADERCUS iniciou a nova época em competições de estrada, que pautarão a fase inicial da participação competitiva da época invernal.
Pinheiro da Bemposta levou a cabo mais uma edição do Grande Prémio de Atletismo, no passado dia 25 de Setembro, no qual a ADERCUS apenas se fez representar pela atleta sénior Carla Martinho e pela júnior Rute Silva.
Carla Martinho foi a vencedora da corrida de 4.800m, tendo superado a benfiquista Susana Godinho, que foi a 2ª classificada, e a bracarense Eunice Tavares, que fechou o pódio feminino, no 3º lugar. A júnior Rute Silva foi a 3ª, tendo sido 13ª da classificação geral.
No passado dia 5 e Outubro, os atletas da equipa bairradina prticiparam na meia-maratona cidade de Ovar, tendo tido mais uma vez atletas em lugares de destaque, tanto no sector masculino, como no feminino.
Em início de época, estiveram em competição atletas com objectivos distintos, tendo carácter competitivo para alguns, com a preparação mais adiantada, e para outros ainda em início de preparação, serviu para darem início à sua participação competitiva.
ANÁLIA ROSA (MCP) com Bronze no 5 de Outubro.


fonte: aqui
Nos Seniores femininos que tiveram a bairradina Anália Rosa (Maratona CP) no pódio, em 3º Lugar, Carla Martinho cortou a meta no 6º lugar com um registo de 1h19min. Seguiram-se Joana Nunes, 12ª, Sara Carvalho, 13ª, e Carina Marques, 15ª. Elisabete Pereira também alinhou à partida, mas viu-se obrigada a abandonar a competição ainda durante a volta inicial à cidade, face a uma forte indisposição.
No sector masculino, Luís Silva foi o 15º, com 1h08min17seg, mas condicionado por uma dor na virilha, a partir do 14º km, que o obrigou a gerir o esforço. Daniel Peixoto estreou-se pela ADERCUS com mais um record pessoal, de 1h09min32seg, e um pouco mais para traz chegaram António Pereira com 1h15min, António Fernandes, 1h17min,Vítor Ramalho, 1h21min, e Fábio Paiva, 1h23min.
MAIS BRONZE PARA O VETERANO GIL FERREIRA
Entre os atletas veteranos, Gil Ferreira subiu ao pódio no 3º lugar do escalão de veterano 1, com 1h10min04seg, e Paulo Miguel foi o 9º veterano 2, com a marca de 1h16min07seg.
ADERCUS, Texto e foto CARLA MARTINHO

12 de outubro de 2011

A freguesia de Bustos não será agregada

A aplicação dos critérios do «Documento Verde da Reforma da Administração Local», no Município de Oliveira do Bairro, permite-nos chegar à conclusão que a Freguesia de Bustos não será agregada, por causa do Regime de Coesão.

Este regime prevê, que aos Municípios com uma densidade populacional compreendida entre os 100 e os 500 habitantes por Km2, com número inferior a 25.000 habitantes, seja atribuído um nível diferente, do que aquele que corresponde à sua densidade populacional, de acordo com a tipologia definida no «Documento Verde da Reforma da Administração Local». Nesse nível diferente, as freguesias medianamente urbanas, (AMU) têm como requisito mínimo para não serem agregadas 1000 habitantes.

Desta forma, o Município de Oliveira do Bairro, com 23.028 habitantes e uma densidade populacional de 264 habitantes por Km2, beneficia do Regime de Coesão e, na sequência da aplicação deste regime a freguesia de Bustos, como freguesia medianamente urbana (AMU) com 2652 habitantes, não será agregada, porque ultrapassa consideravelmente o requisito mínimo de mil habitantes.

Alberto Zenha Martins
 
 

“Uma Reforma de Gestão, uma Reforma de Território e uma Reforma Política”... um assunto quente

É consensual haver necessidade de produzir uma Reforma Administrativa do Território. A última grande reforma feita por Mousinho da Silveira (1832). Sobre a obra legislativa

Acerca da «magnitude e duração das grandes reformas de Mouzinho de Albuquerque», Freitas do Amaral conclui «que foi um dos mais ilustres estadistas do nosso País» (1).

A necessidade de haver reforma profunda já andava no ar antes da «troika» inscrevê-la no caderno de encargos. Desconhece-se, se é que alguma vez se vier a saber, quais foram os critérios aplicados de que resultou a redução do número de freguesias e de concelhos.

O «Livro Verde» sobre as reformas, por esta ordem, de Gestão, de Território. de Política é a base de trabalho para ser estudado por qualquer cidadão, isolado ou em grupo.

Acontece que segundo a interpretação do cronograma sobre a “Organização de Território” para além dos tempos serem apertados, as populações pouca ou residual informação têm.

Vejamos: Os Trabalhos preparatórios do Novo Regime de Criação, Extinção e Fusão de Freguesias” vão ocupar os meses de Outubro a Dezembro.

A “Discussão Pública: Assembleia de Freguesias e Assembleias Municipais” vai ocupar 90 dias de Novembro a Janeiro.

A «Discussão Pública» vai restringir-se apenas às assembleias autárquicas?

Pela Consulta de um mapa discriminativo das freguesias a agregar, Bustos está enquadrado no grupo da APU (Área Predominantemente Urbana).

Aqui está uma classificação que vem trazer orgulho à terra. Mas seria oportuno saber os parâmetros que Bustos cumpre para estar no clube das «Predominantemente Urbana».


Duvido que esta classificação se fundamente da realidade.

Uma dúvida assiste, lugares ou freguesias não poderão ser destacadas (desmembradas) da actual divisão.

Por exemplo, alguns exemplos:

A Azurveira pode aderir à Freguesia da Palhaça.

Malhada e Penedos juntarem-se à Mamarrosa .

Palhaça e Fermentelos (e porque não Bustos?) optarem pelo concelho de Aveiro.

Oliveira do Bairro extinguir-se como concelho, ou a manter-se, agregar Sangalhos e Aguada de Baixo

Desde que as populações se pronunciem a favor…

Outros casos mais podem vir a lume ...

Tem de se ter em conta que casos houve em que a composição das juntas de paróquia e dos concelhos não foram de aceitação generalizada.

Outra nota.

A Legislação Bibliográfica indicada no «Livro Verde» bem poderia vir assinalada com o respectivo endereço-electrónico. Ao facilitar a consulta, poupava-se tempo.

sérgio micaelo ferreira

Documentos oficias:

Documento Verde da Reforma da Administração Local aqui

Anexos Documento Verde da Reforma da Administração Local aqui

“Uma Reforma de Gestão, uma Reforma de Território e uma Reforma Política”

(1) Diogo Freitas do Amaral, Do Absolutismo ao Liberalismo: as reformas de Mouzinho da Silveira, Edições Tenacitas, 2008 (p.37). DFA admite sem hesitar que José Xavier Mouzinho da Silveira – o «modesto, humilde e desprendido juiz de Castelo Vide – foi provávelmente, o mais genial dos legisladores-reformistas do século XIX português, senão mesmo de toda a história do direito público e das instituições de Portugal» (p.37).

sérgio micaelo ferreira

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Merecem referência especial os bloguistas de Bustos

Paulo Figueiredo A Reforma da Administração Local aqui

Alberto Martins no NB e em Intranquilidade aqui

ORFEÃO É ASSOCIAÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA


Cumpre-se neste mês de Outubro uma data importante para Bustos e para o Orfeâo de Bustos. Foi no dia 1 de Outubro de 2010 que O Secretário de Estado da Presidência do
Conselho de Ministros, João Tiago Valente Almeida da Silveira, assinou o despacho que declara utilidade pública o Orfeão de Bustos — Associação Cultural, Artística, Recreativa
e de Solidariedade Social.

Este reconhecimento oficial do mérito da actividade desenvolvida pelo Orfeão é razão para mais nos orgulharmos da nossa terra e da nossa gente.

Diz o Despacho:

Despacho n.º 15693/2010
Declaração de utilidade pública
O Orfeão de Bustos — Associação Cultural, Artística, Recreativa e de
Solidariedade Social, pessoa colectiva de direito privado n.º 501455159,
com sede na freguesia de Bustos, concelho de Oliveira do Bairro, presta,
desde 1983, relevantes e continuados serviços à comunidade onde se
insere, através da promoção e do desenvolvimento de actividades de
carácter cultural, recreativo e social, designadamente da realização de
concertos, da manutenção de um grupo coral polifónico e de um grupo de
cantares populares, do ensino da música e da acção médico -social.
Coopera com as mais diversas entidades, nomeadamente ao nível da
administração local com a Câmara de Oliveira do Bairro e a Junta de
Freguesia de Bustos, na prossecução dos seus fins.
Por estes fundamentos, conforme exposto na informação final do
processo administrativo n.º 1/UP/2010 instruído na Secretaria -Geral
da Presidência do Conselho de Ministros, e no uso dos poderes que
me foram subdelegados pelo Ministro da Presidência através do despacho
n.º 4213/2010, de 26 de Fevereiro, publicado no Diário da República,
2.ª série, n.º 48, de 10 de Março de 2010, declaro o Orfeão de
Bustos — Associação Cultural, Artística, Recreativa e de Solidariedade
Social pessoa colectiva de utilidade pública, nos termos do Decreto -Lei
n.º 460/77, de 7 de Novembro, com a redacção dada pelo Decreto -Lei
n.º 391/2007, de 13 de Dezembro.
1 de Outubro de 2010. — O Secretário de Estado da Presidência do
Conselho de Ministros, João Tiago Valente Almeida da Silveira.
25702010

O “Notícias de Bustos” saúda o Orfeão e todos aqueles que lhe dão boa parte do seu tempo. A todos o nosso obrigado. Quanto aos que contribuíram para o processo que levou à declaração de utilidade pública devemos dividir o mérito por  quem iniciou o processo, Duarte Novo, com a actual presidente, Regina Alves, que o soube levar a bom porto. Pena é que esta não tenha valorizado a distinção… 

11 de outubro de 2011

O Presidente não é o problema, é parte da solução.


Belino, o texto que publiquei no passado dia 6 de Outubro é, como referiu,” um texto diagnóstico da situação política local”, só isso e nada mais, que redigi para a abertura do meu blogue pessoal. Não tive como objectivo, naquele primeiro texto, apresentar qualquer proposta ou ideia, o que não significa que não tenha propostas para apresentar. Mas, se por outro lado, o Belino teve como objectivo na resposta apresentar um projecto, empenhou-se mais na crítica. Pena que não tenha desenvolvido mais o seu projecto.

Ao contrário do que afirmou no texto que publicou no dia 9 de Outubro, o Presidente não é o problema, é  parte da solução porque eu sei, você sabe e os Bustuenses também sabem, que o Executivo Municipal tem actualmente em curso, a construcção de um Pólo Escolar em Bustos. Este Pólo Escolar representa um investimento em Bustos, de aproximadamente 2 milhões e 600 mil euros e, não se esqueça, que grande parte provém do QREN. Não será esta escola e as outras do concelho, o reflexo de uma excelente política educativa? O Belino dirá que não, bem sei, mas o que dirão os pais, ou mesmo as crianças? Acho que todos sabemos a resposta. Outra obra que não podemos esquecer, e que está em fase de conclusão é a rua do depósito da Água, agora Avenida, que representa um investimento de aproximadamente 400 mil euros. Estas duas obras, só estas duas, representam um investimento em Bustos de aproximadamente 3 milhões de euros.

No que diz respeito ao resto do concelho, porque falou em despesismo, ainda vou salientar que as grandes obras de referência do concelho, promovidas pelo Executivo Municipal, são largamente comparticipadas pelo QREN. Refiro-me concretamente à Casa da Cultura Dr. Alípio Sol, à Alameda de Oliveira do Bairro e Pólos Escolares. O Belino preferiu salientar - mal - o despesismo, eu por outro lado, prefiro salientar - bem - a visão e a extraordinária capacidade de gestão do nosso Presidente de Câmara.

Porém, o Executivo Municipal ainda está disponível para investir mais em Bustos, mas deixou o desafio ao Presidente de Junta e à população em geral de definirem a política local, não a política municipal, como referiu. Deixou o desafio ao Presidente da Junta e à população em geral de definirem as suas prioridades e de apresentarem projectos estruturantes. Estará o Sr. Presidente da Junta de Freguesia à altura do desafio? Vamos todos esperar para ver e, porque não colaborar como sugeriu a Sra. Presidente da Assembleia de Freguesia, na última sessão?