1 de agosto de 2010

O povo já não espera apenas pão e circo



Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Bustos, em primeiro lugar permita-me, sinceramente, que o felicite pela iniciativa de promover um conjunto de actividades com o objectivo de animar este período do ano na nossa freguesia.

Agora que está próximo de realizar um ano de mandato, período suficiente, do meu ponto de vista, para conhecer e gerar soluções para os reais problemas da nossa Vila, pretendia que me esclarecesse qual o ponto de situação dos acessos a propriedades privadas que estão abertos para o espaço adjacente à Junta de Freguesia em que tem dinamizado as actividades de “Onda de Verão”.

Sr. Presidente, bem sei que a abertura dos acessos para aquele espaço público, não é um erro do actual mandato, mas já é mais um dos problemas da nossa freguesia para o qual tem de gerar uma solução séria.

Na minha opinião, julgo que devia falar com os proprietários, indemnizar aqueles que cederam terreno com a contrapartida de ter acesso da sua propriedade àquele espaço, que tanto quanto sei, não o fizeram todos e encerrar os portões. Desta forma, na minha opinião, resolve-se este problema não da forma mais populista, mas obviamente da forma mais correcta.

Permita-me ainda, em jeito de conclusão que lhe diga que, de quem governa o povo já não espera apenas “pão e circo” mas de soluções para aquilo que são de facto os seus problemas reais.

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Fotografia - Belino Costa, Outubro de 2009

Alberto Martins

27 de julho de 2010

ANIMAÇÃO DE VERÃO


A Companhia de Dança de  Coimbra estará presente em Bustos, na noite da próxima sexta-feira, para uma demonstração de "Afroswing". É a "Onda de Verão", uma iniciativa da Junta de Freguesia, que se vai prolongar pelos próximos fins de semana.

25 de julho de 2010

FÓRUM EM IMAGENS



Manuel Pedreiras, Dorinda Capão, Mário Capão, Aida da Rosa, Alcino da Rosa, Dina Costa e Ditosa Luzio


Romagem ao cemitério

Mário Capão, recriando a figura de Jacinto dos Louros, lê um extracto do Auto da Proclamação da República

Exposição etnográfica organizada por Clara Aires (pormenor)

Andreia Mota, encarnando a figura de Ceres, deusa romana da agricultura  que para os bustuenses é também um símbolo da República, desde que Vitorino Reis Pedreiras a colocou junto à cúpula do Café Central

Duarte Novo no uso da palavra

Dr Nunes, da Mamarrosa

Milton Costa interpretando a figura do Zé Povinho

Pormenor da sala com 114 convivas

Professor Henrique Tomás, de Oliveira do Bairro
Fernando Casau, do Troviscal
Jorge Micaelo, médico de Bustos e Carlos Braga da Palhaça

Fernando  Peixinho, médico de Oiã



LIVROS À VENDA

Os livros que foram  apresentados no Fórum 2010 já se encontram à venda.
Os habitantes de Bustos e arredores poderão adquirir as duas edições na Papelaria do Sobreiro, mas também todos os nossos leitores espalhados por Portugal e pelo Mundo o poderão fazer via internet. Em baixo deixamos dois endereços onde poderão encontrar e adquirir as duas obras. É fácil, barato e seguro.



http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/proclamacao-da-republica-de-lisboa-a-oliveira-do-bairro/9789892020693/

http://www.goodreads.com/book/show/8616172-proclama-o-da-rep-blica




http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/troviscal-republicano/9729892020334/

http://www.goodreads.com/book/show/8616178-troviscal-republicano-1922-1939-banda-excomungada-clero-interdito

23 de julho de 2010

AMANHÃ HÁ FÓRUM


Amanhã é o grande dia. Todos os que desejarem participar na romagem ao cemitério, deverão concentrar-se no largo da igreja velha, às 11 horas.
PROGRAMA

11H3O: ROMAGEM AO CEMITÉRIO

12H00: Restaurante Dois Telheiros

MOMENTO ETNOGRÁFICO E LANÇAMENTO DO LIVRO: “Troviscal Republicano: Banda Excomungada, Clero Interdito”, de Silas Granjo

13H00: ALMOÇO

15H00: TRIBUTO AOS REPUBLICANOS

Intervenções livres

16h00: MOMENTO MUSICAL E CULTURAL

22 de julho de 2010

JUNTA DE FREGUESIA PROMOVE ANIMAÇÃO DE VERÃO

A Junta de Freguesia inaugura na próxima sexta-feira as iniciativas de Verão, que irão decorrer na zona envolvente ao edificio sede. Para este fim de semana o programa é o seguinte:


23 de Julho - Sexta -feira
22.00h - “Kappa karaoke”
Noite da Caipirinha – Bar aberto

24 de Julho – Sábado
14.00h – Jogos populares
Malha, Bolas, Corrida de Sacos, Cabra Cega, Lencinho, Dentada na Maçã, Espetar Rabo do Burro, Dança da Laranja.
Animação com os gaiteiros “Vale das Mulas”

25 de Julho – Domingo
10.00h – Ginástica

Contamos consigo e com todos!

21 de julho de 2010

RAZÕES DO FÓRUM: REVISTA-LIVRO E CARLOS BRAGA



O Fórum do próximo sábado é também um contributo para as comemorações do 90º aniversário da criação da Freguesia de Bustos, depois do executivo, presidido por Duarte Novo, ter assinalado a efeméride com brilho e dignidade.


A nosso ver faltava apenas a edição de uma publicação comemorativa do centenário da República e do 90º aniversário da nossa freguesia. E assim nasceu a revista-livro que assinala a dupla comemoração.

A publicação reúne um texto de Belino Costa, “Proclamação da República: De Lisboa a Oliveira do Bairro”, um memorial dos “Primeiros Republicanos de Bustos”, a edição fac similada da “Illustração Portugueza” , de 17 de Outubro de 1910, e o trabalho de Carlos Braga, “Na Alvorada da Criação da Freguesia de Bustos (1910-1920)”, uma nova versão do texto publicado no blogue, “Palhaça Cívica”, no passado mês de Maio, A pretexto do 9 de Maio de 1920: achegas para o ambiente em que se gerou a freguesia de Bustos.

O “Notícias de Bustos” agradece, reconhecidamente, a excelente colaboração do historiador da Palhaça, que está a ultimar uma investigação sobre, “A Primeira República na Imprensa da Bairrada”. Vai para ele o destaque de hoje:


Carlos Manuel Braga da Costa nasceu a 28 de Novembro de 1952 e reside na Palhaça.
É licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e mestre em Ciências Sociais pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. A dissertação de mestrado é uma biografia de contexto sobre o jornalista Francisco Manuel Homem Cristo, director do Povo de Aveiro.

Entre 1989 e 1993 foi docente do Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração (ISCIA – Aveiro), onde leccionou História dos Mass Media em Portugal e Teoria e História da Comunicação Social.
Tem alguns trabalhos publicados em revistas especializadas. O último, editado pela Universidade Fernando Pessoa em 2009, intitula-se: “A importância dos estudos regionais: contributos para uma abordagem regional”.
Em 1990 foi director-adjunto do semanário Litoral, jornal onde colaborou regularmente durante alguns anos. Tem textos dispersos noutros jornais regionais como Bairrada Popular, Jornal da Província, Companha, Diário de Aveiro e Jornal da Bairrada.
É sócio-fundador da Associação de Jornalistas e Escritores da Bairrada (AJEB).
Entre as comunicações e palestras que tem proferido, ou textos com interesse para a região, destacam-se: em 1992, “A antiga Feira da Palhaça (FIACOBA, Oliveira do Bairro); em 1993, “Homem Cristo Jornalista”, comunicação inserida nas comemorações do quinquagenário da sua morte, promovidas pela Câmara Municipal de Aveiro (texto publicado em Estudos Aveirenses – Revista do ISCIA, n.º 1, 1993); em 1994, “António de Cértima biografado por Arsénio Mota” (texto inserido em António de Cértima. Colectânea de Estudos no Centenário do seu Nascimento, Edição da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, 1994); em 2005, “Arsénio Mota e a Bairrada”, ano em que Bustos assinalou a passagem dos 50 anos de actividade literária do escritor bairradino (texto publicado em Arsénio Mota. 50 anos de escrita, Edição Campo das Letras, 2005).
Em termos profissionais, é funcionário da Segurança Social desde 1977. Ingressou na carreira técnica superior em Aveiro, onde se manteve até 1993, ano em que passou a exercer cargos dirigentes em Coimbra. Actualmente é dirigente regional do Serviço de Fiscalização do Centro, onde coordena a área de fiscalização a equipamentos sociais (IPSS e estabelecimentos lucrativos licenciados ou ilegais). Tem trabalhos publicados nas áreas de recursos humanos e equipamentos sociais e é colaborador da revista Pretextos.

Milton Costa: o mar mediterrâneo também é de Bustos

A notícia já era conhecida no círculo restrito do barrilito.com (em português: Barrito, ponto, come). A modéstia, dele e dos amigos, aconselhou reserva. Mas a divulgação na comunicação social de mais este avanço curricular libertou o NB da discrição.
O nosso conterrâneo Milton Costa, prof. catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, faz parte da direcção da Comissão Internacional para a Exploração do Mar Mediterrâneo (CIESM), uma organização intergovernamental que tem como objectivo a promoção de investigação para a protecção do Mar Mediterrâneo.
Criada em 1908, a CIESM tem sede no Mónaco e é presidida pelo Príncipe Alberto, que aqui vemos ao lado do Milton (também falaram de gravatas, ao que sabemos)
São 23 os países que integram esta organização, entre os quais, Portugal, Espanha, Itália, França, Suíça, Alemanha, Israel, Síria, Egipto e Argélia, estando a sua direcção estruturada em seis comités científicos, responsáveis pelo planeamento estratégico de investigação, reconhecimento de questões científicas emergentes e cooperação científica. O nosso Milton dirige o comité científico de Microbiologia Marinha e Biotecnologia.
Milton Costa elege como prioridade do seu mandato de três anos “ disseminar e intensificar a investigação na área dos microrganismos extremófilos (que crescem e se reproduzem em condições extremas, como a ausência de luz ou níveis extraordinariamente altos ou baixos de temperatura, sal, acidez, etc.), porque estes enigmáticos seres vivos produzem enzimas e produtos com um enorme potencial biotecnológico, em campos tão diversos como a saúde, agricultura e poluição, entre muitos outros”.
A comunidade científica internacional, prossegue o investigador, ” tem de se focar mais no estudo dos microrganismos que habitam o Mediterrâneo. Há muitos locais por explorar e é necessária uma forte cooperação científica para desenvolver, de forma mais célere, as potencialidades dos microrganismos extremófilos que, no futuro, se apresentarão como soluções viáveis para problemas económicos, sociais e ambientais. É também necessário estabelecer fortes relações científicas entre os microbiólogos da margem Norte e da margem Sul do Mediterrâneo”.
Já conhecíamos o Milton como Presidente da FEMS (Federation of European Microbiological Societies, que reúne cerca de trinta mil microbiólogos de 36 países europeus).
Como se não bastasse, ainda lhe sobra algum tempo para presidir à Assembleia Geral da Sóbustos e ao Conselho Fiscal do Orfeão de Bustos. E é sócio benemérito da Banda da Música da Mamarrosa.
Sobra-lhe também tempo para nos aturar (e nós a ele).
E para ser modesto e despretensioso, que a informação genética do ADN das gentes de Bustos também passa por esse trilho.
Ele há bustuenses assim: extremófilos.
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- O NB agradece ao gabinete de imprensa da FCTUC a informação científica disponibilizada.

20 de julho de 2010

RAZÕES DO FÓRUM: RECRIAÇÕES DE CLARA AIRES



Muita gente tem trabalhado para a realização do Fórum do próximo sábado. O destaque de hoje vai para a Clarita Aires que uma vez mais ofereceu a sua colaboração, vestindo um conjunto de personagens do tempo da Primeira República e preparando uma mostra de objectos.
Do Zé Povinho, a uma especialíssima recriação da figura da República, passando por figuras da época como o agricultor, o comerciante, a padeira ou a cozinheira, muitas são as surpresas em preparação.
Quanto às inscrição, que já ultrapassam a centena, temos de assinalar a presença de cidadãos de outras freguesias do concelho, que fazem questão de nos honrar com a sua presença e se juntam a nós nesta festa de cidadania que serve também para assinalar o primeiro centenário da República Portuguesa.

16 de julho de 2010

UNIÃO DESPORTIVA DE BUSTOS - DESPERTAR CONSCIÊNCIAS OU UM JEITO DE DESPEDIDA COM O DEVER CUMPRIDO



DESPERTAR CONSCIÊNCIAS OU UM JEITO DE DESPEDIDA COM O DEVER CUMPRIDO
Numa conversa informal, houve alguém que nos disse: “Temos que unir o povo de Bustos”. É uma frase bonita, é apenas isso. Nada mais.
Sabemos que não agradamos a todos. Por vezes, acontece agradarmos alguns, …
Porquê? É simples de explicar: Ou nós dissemos o queriam ouvir … ou fizemos o que essas pessoas desejavam.

GESTÃO FINANCEIRA
O rigor, a cautela acompanham a gestão financeira do executivo da UDB.
Vamos seleccionar três críticas:
1. Ora somos acusados de utilizar dinheiro das mensalidades da Formação no pagamento aos seniores.
2. Ora somos considerados injustos por não remunerarmos os juniores quando o treinador “utiliza Filhos da Terra” (segundo expressão do Dr. Fernando Vieira) na equipa dos seniores.
3. O treinador Quim Tavares é criticado porque os juniores não são utilizados nos seniores.
Que fique claro: a direcção da UDB separa as águas. A gestão financeira da Formação é separada da gestão dos Seniores.

CAMPO RELVADO
Há um campo relvado. É certo que não é nosso. Mas temos. E oferece uma comodidade reconhecida por muitos.
Críticos proclamam: “fazer filhos em mulher alheia não tem sentido nenhum”.
Os críticos esquecem que o sítio já foi um pantanal e foi através do esforço voluntarioso de gerações e com o apoio de várias instituições que foi possível melhorar as condições do campo para a prática de futebol.
Actualmente é visível a melhoria geral do Campo Dr. Manuel dos Santos Pato em consequência da recente intervenção das obras. É de elementar justiça realçar a grande ajuda da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro. E, esquecendo o elogio em causa própria, não deve ser omitido o esforço empenhado da actual Direcção.
Há outra realidade que deve se registada: as obras de requalificação do «novo» campo não mereceram ser apoiadas ou patrocinadas por outras entidades, além da assinalada.

PATROCÍNIOS
À volta do campo existem alguns placards de publicidade. Desejávamos ter mais expositores. Paciência e um bem-haja aos patrocinadores que mantiveram na íntegra os apoios ao clube. Mas, no sector da publicidade, nem tudo foi um mar de rosas…

RENDA DO CAMPO – APOIOS CERTOS
Ouve-se frases tais como: “teriam muita lata se vierem cobrar as quotas pois já dei muito”, “estou lá há nove anos e ninguém me agradece nada”,…
Em contraste há quem proceda de outro modo.
No primeiro ano de mandato, à semelhança dos anos anteriores, tivemos a colaboração de um amigo do clube no pagamento da renda do campo.
Neste segundo ano recebemos 50,00 € em cada mês do primeiro trimestre. O valor actual da renda é de 247.85€/mês.
Esperamos continuar a merecer o apoio para a satisfação do pagamento desta despesa certa…

ASSEMBLEIA-GERAL E ALHEAMENTO DOS SÓCIOS
A Direcção apresentou o seu Relatório e Contas do ano anterior para serem discutidos e votados em Assembleia-Geral.
Quando se esperava uma presença maciça em consequência da intervenção dos críticos, a decepção tomou conta de nós. Compareceram dois sócios!
A UDB não merecia tanto alheamento.
Contudo, informamos os senhores associados que mantemos a disponibilidade para prestar esclarecimento a quem tiver alguma dúvida sobre o Relatório e Contas.

FIM DE ÉPOCA – FIM DE MANDATO – VENHA A MUDANÇA.
A UDB CAI NA MÃO DOS CRÍTICOS?
Finalizou a época desportiva e o nosso mandato está também quase no fim. Foram dirigidos vários convites para formar uma direcção. A resposta tem sido sempre a mesma: “não tenho tempo, nem vida para isso” ou “eu não sou de cá”.
Actualmente é impensável continuar a fazer a gestão de atletas e a gestão financeira só com duas pessoas.
Os críticos teriam ocasião de mostrar que são capazes de fazer melhor, mas que garantias dão, se estão sempre a criticar, se não «vestem» a camisola da UDB, se vivem na mesquinhez e até têm a ousadia de comentar que “mudou de carro com o dinheiro da UDB”?.
O tempo que perdem a fazer julgamentos devia ser aproveitado a aprender fazer melhor que os outros. Nunca será tarde para mostrar que gostam mesmo da UDB.

O VAZIO CRIADO NA UDB SERÁ O PRENÚNCIO DA VINDA DOS “SALVADORES”?
Temos assistido a muitos cenários no palco da vida que nos leva a questionar: será que o acumular destas situações tem a finalidade de criar um ambiente de crise profunda na UDB e desembocar no encerramento da actividade da UDB para então fazer surgir os «salvadores» do clube?
E logo a seguir vem a máquina da propaganda a enaltecer o grande feito, o bairrismo, o amor à camisola de quem não deixou acabar com a UDB.


A UDB NÃO FOI TRAMPOLIM
Queremos que saibam. Mesmo com algumas falhas, com decisões menos acertadas trabalhámos para a UDB. Não nos servimos da UDB. A UDB não foi trampolim para qualquer salto político.

A UDB NÃO APRESENTA NENHUMA DÍVIDA
E mais. Deixamos a UDB sem nenhuma dívida. As dívidas que existiam eram: 58.000€00 sobre os muros e balneários e o relvado e a borracha 9.000,00€.
O Clube ficará inscrito para a próxima época.
A renda ficará paga até Setembro.

NÃO SOMOS SRS. FULANOS DE TAL, LOGO NÃO SOMOS INFLUENTES
Não abandonamos, mas sentimos que não conseguimos cativar ninguém para formar um grupo de trabalho. O problema deve ser nosso, será por não sermos pessoas influentes? Não somos sr.s Fulanos de tal? Não sabemos. A resposta também agora não interessa.

AGRADECIMENTO
Não podemos esquecer os dirigentes antigos que ajudaram a elevar a UDB, independentemente dos resultados no campo. Desejamos que o próximo elenco dos corpos gerentes trabalhe em sintonia e que consiga erguer mais alto o nome da UDB.
Aproveitamos para agradecer aqueles que nos apoiaram, acreditaram e acreditam em nós, e, graças ao trabalho, dedicação que tiveram, levaram a UDB a bom porto e dignificaram BUSTOS.



VIVA A UNIÃO DESPORTIVA DE BUSTOS!!

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