28 de abril de 2010

MENINO DO BAIRRO NEGRO - ZECA AFONSO

Menino do Bairro Negro
Olha o sol que vai nascendo
Anda ver o mar
Os meninos vão correndo
Ver o sol chegar

Menino sem condição
Irmão de todos os nus
Tira os olhos do chão
Vem ver a luz

Menino do mal trajar
Um novo dia lá vem
Só quem souber cantar
Virá também

Negro bairro negro
Bairro negro
Onde não há pão
Não há sossego

Menino pobre o teu lar
Queira ou não queira o papão
Há-de um dia cantar
Esta canção
Olha o sol que vai nascendo
Anda ver o mar
Os meninos vão correndo
Ver o sol chegar

Se até da gosto cantar
Se toda a terra sorri
Quem te não há-de amar
Menino a ti

Se não é fúria a razão
Se toda a gente quiser
Um dia hás-de aprender
Haja o que houver

Negro bairro negro
Bairro negro
Onde não há pão
Não há sossego

Menino pobre o teu lar
Queira ou não queira o papão
Há-de um dia cantar
Esta canção.

27 de abril de 2010

Vasco Lourenço – um dos Arquitectos da Revolução de 25 de Abril

“Nambuangongo, sem data
[entre 12 de Abril e 27 de Junho de 1963, NB]

Amanhã de manhã há «festa» aqui – entronização de uma imagem de Nossa Senhora de Fátima, que já chegou há oito dias. A festa devia ter sido nessa altura, mas a procissão teve de ser adiada porque não havia fiéis: andavam nesse dia quase todos a destruir as casas do seu semelhante.”
in
Manuel Beça Múrias,
O Salazar nunca mais morre – Cartas de África em tempos de guerra e amor,
edição Planeta, 1ª edição. Março 2009.

Os preliminares que produziram o ambiente psicológico e social propício ao xeque-mate do poder decadente que sacrificava a juventude a uma teimosa guerra com o fim à vista na exportação de caixões ou no regresso de estropiados física ou mentalmente são conhecidos, ou quase.

Mas, o clique da mudança de atitude que pôs em causa «a defesa intransigente» do flutuar da Bandeira Portuguesa nas colónias partiu do seio militar que dava “a carne para canhão”.

Vasco Lourenço – um dos não beneficiários do regime democrático que ajudou a implantar – está connosco na galeria do NB. Merece-o.

Eis um excerto de ‘do interior da Revolução’:
(…)
‘Nós tínhamos milícias, formadas por naturais da Guiné. Não eram bem militares, mas serviam-nos para guias e até como combatentes. Eram uma espécie de força paramilitar que trabalhava junto do Exército. Ora, através dessa rede todas as nossas movimentações eram transmitidas para o Senegal. E aconteceu que precisamente o milícia que dirigia essa rede de informações, acabou por morrer numa operação, ao meu lado, a dois metros de mim …

Como se chamava?

[ ou “não tenho nada a ver com esta guerra …”,
Vasco Lourenço a Maria Manuela Cruzeiro ]


"Era o Bori. Morreu a dois metros de mim. E quando eu detecto, passado algum tempo, que ele era o chefe da rede [de informações], comecei a pensar: “Mas que raio de guerra é esta? Onde é que eu estou metido? O que se passa aqui? O que é que faz estes tipos lutar? O que é que faz com que se coloquem em situações em que acabam por ser mortos pelos próprios amigos? Pelos próprios companheiros de luta?” Isso chocou-me profundamente. E fez com que, rapidamente, chegasse a esta conclusão: “Não tenho nada a ver com esta guerra, esta guerra não é minha, não tenho nada a ver com isto, eles é que estão certos, ao lutar pela sua independência. Esta guerra não tem sentido, é injusta! Acabou, a guerra para mim acabou, não faço mais acções ofensivas.” (b)

Vasco Lourenço inicialmente nomeado para fazer uma Comissão em Angola, foi desnomeado e a seguir nomeado para a Guiné. 'Vigarice' que fê-lo desacreditar na instituição militar. Chega à Guiné em Julho 1969 a comandar a Companhia de Caçadores nº 2549 que adoptara o Lema contestatário: «Contrariado, mas vamos» que lhe havia de trazer alguns dissabores, mas que o ajudou a construir os elos revolucionários do 25 de Abril'1974.

[A Guerra Colonial abriu .. definitivamente os olhos …, retirado da entrevista]

Vasco Lourenço confessa que foi “a Guerra Colonial [que lhe].. abriu definitivamente os olhos” (b), de operacional combatente na Guiné – Bissau, transformou-se em um dos grandes Obreiros no estaleiro da construção do Movimento das Forças Armadas que culminaria na Revolução de 25 de Abril’1974 feita para restituir a Liberdade, a concessão da independência às colónias, dar o direito de votar e conduzir Portugal ao convívio da comunidade internacional,…

André Chambel: porta-voz do CDS/Oliveira do Bairro

O blogue de Sérgio Pelicano, Praça do Município, merece especial destaque, pela publicação da intervenção na sessão dedicada à Revolução do 25 de Abril’1974, de André Chambel, líder da Bancada do CDS na Assembleia Municipal de Oliveira do Bairro.
O discurso toca num tema do Apoio Financeiro às Forças Armadas. Não será oportuno estudar a possibilidade do serviço militar obrigatório ser novamente repescado?


O Discurso do CDS/Oliveira do Bairro no 25 de Abril de 2010, editado em Praça do Município, em 26.04.2010 está aqui

_______________
(a) Vasco Lourenço, do interior da Revolução, entrevista de Maria Manuela Cruzeiro, Âncora Editora, 1ª Edição. Abril 2009. (um livro a consultar, nota de NB).
(b) idem

sérgiomicaeloferreira

26 de abril de 2010

BUSTOS - ASSEMBLEIA DE FREGUESIA REÚNE DIA 28/04


Dia 28 Abril (4ª feira) a Assembleia de Freguesia de Bustos vai reunir para cumprir uma agenda sobrecarregada, convocada para o efeito.

Antes de entrar na Ordem do Dia serão tratados os pontos:
“1. Actividades da Junta de Freguesia”
“2. Outros assuntos de interesse para a Freguesia”

A Ordem do Dia está reservada a
“1. Discussão e Aprovação do Regimentos de Assembleia de Freguesia de Bustos.”
“2. Apresentação do relatório de Actividades e Contas do ano económico de 2009 e respectiva votação.”
Dada a continuidade partidária na bandeira do executivo, na elaboração do Relatório relativo ao ano fiscal de 2009, a aprovação deve acontecer com normalidade.

O período reservado à intervenção do público deverá ocorrer pela noite adentro. Uma observação. No alinhamento das sessões, a Assembleia Municipal de Oliveira do Bairro colocou a intervenção do público no início. Poderia ser uma medida a experimentar em Bustos, a favor do público, já que o Regimento da Assembleia vai estar em discussão.
sérgiomicaeloferreira.

25 de abril de 2010

O MEU 25 DE ABRIL

POR LUIZ PACHECO




Estou na cama de manhã e aproveito para apontar na Agenda o tempo que passa. Tinha ficado na véspera em casa a rever provas. O puto fora para o liceu. Resolvo ir à rua beber uma cerveja e continuar a revisão. Ao pé do chafariz, o barbeiro atira com esta: «então, o Marcello e o Thomaz lá foram ao ar...» Não percebo logo. Nem acredito como. Mas ele confirma: a Emissora Nacional não funciona, só o Rádio Clube Português é que dá música e de vez em quando comunicados breves. Já mais convencido, convido-o logo a festejar na tasca da Laurentina que era para onde eu ia. E depois, ainda duvidoso, vou com ele à barbearia a ver se oiço algum comunicado. Música ligeira, sem nada de marcial. Canções populares portuguesas, pouco mais. (Até a Amália, parece-me!). Mas passados minutos um comunicado do Comando das Forças Armadas. Aí, adquiro a certeza que é, deverá ser a repetição do golpe das Caldas, mas com outra amplitude. Refere que o público tem ocorrido às lojas, em tentativas de açambarcamento, e manda fechar o comércio. Aconselha a população a manter-se nas suas casas e as forças militares e militarizadas a recolherem aos quartéis e não oferecerem resistência à tropa. A coisa é grave. Parece que não há comboios e para lá de Sete Rios não se passa. Tenho algum dinheiro e resolvo logo ir ver (foi o melhor que fiz: ver para crer). Desço acelerado e vou a casa do Fernando Paços, perguntar se ele sabe alguma coisa. Se sabe não diz. Mas confirma. Acompanho-o à farmácia de Queluz Ocidental e depois (ele aconselha-me que não vá a Lisboa, pois não conseguirei passar – mas eu conheço outro sítio para entrar, ou sair, da minha terra e caminho acelerado. Muitos carros, em fuga discreta?) para cá. Em Queluz, já vejo lojas fechadas, outras a fechar à pressa e uma data de tontos a abastecerem-se para o ano todo... oiço que um tal comprou mais de cem pães. Rica açorda (ou negócio) deve ter feito com eles. Cafés fechados. Há comboios. Meto-me num para a Amadora, depois sigo a pé. No Bairro do Bosque (sempre o intenso movimento de carros a saírem), ainda consigo meter um copo. Não há jornais. Rostos, com as janelas fechadas, assomem entre cortinas. Tudo me dá a ideia de receio (mas em Queluz vi alguns magalas a planar, o que me deixou intrigado). Venho a pé até às portas de Benfica e o ambiente é o mesmo: fila de carros a safarem-se, comércio encerrado, mulheres com sacos de plástico cheios, tensão. Meto-me num autocarro da Carris, de Benfica para o Chile e fico-me um tanto a rir do Paços, que em Lisboa e a andar para o centro já eu vou. No Chile, só uma taberna aberta: bebo mais um copo, estou nas lonas. Animação. Um tipo ao meu lado compra oito maços de Português Suave, também está a açambarcar ou a fumar aquilo diariamente habilita-se a um cancro nos pulmões em beleza e rápido. Aparece gente com jornais (A Capital) e sei que estão a vender para os lados do Império. Vou logo lá, sento-me num degrau e sei as primeiras notícias. Tá bem! Resolvo ir a casa do Henrique, ver se ele estará. Na Carlos Mardel, uma senhora num 1º andar pergunta-me onde vendem jornais. Digo e ofereço-lhe o meu. O marido, que vinha à rua, fica com ele e eu fico reduzido a 30$00. Começo com sede e angústias. Estou em jejum e já andei um bom bocado. Penso ainda ir ao Manaças (António) mas desde a última vez, desde a nossa última conversa, ele não me está a apetecer. E depois, o importante deve estar a acontecer na Baixa. Enfio ao Montecarlo (fechadíssimo) mas consigo topar um tipo a bater à porta da Mourisca (também fechada) e entrar. É que há gente. Vou, bato, o Costa Loiro está a forrar vidros por dentro com papel, talvez com receio dalgum obus. Peço-lhe vintes e ele despacha-me. Meto à Rua Viriato e vou até ao quartel de Santa Marta (todas as tascas fechadas até ali). Dá-me vontade de rir ver os cabeças de nabo reunidos lá dentro, a falarem uns com os outros (é que obedeceram às ordens?). Mas logo ao lado há uma tasca restaurante, porta meio aberta, com gente e muito movimento (guardas a beber, outro a telefonar para casa e sossegar a mulher (?), diz que não há azar).

Bebo uma Sagres e como uma sandes. E avanço para a linha de fogo, que não sei onde é. Metros andados, ouvem-se ao longe tiros e rajadas de metralhadora. Tipos que fogem. Mas onde será o tiroteio? Como a coisa parou, continuo a andar. Até que encontro, já não sei onde, o Almeida Santos e um tipo que é revisor no Diário de Lisboa ou Popular, já não sei. Metemo-nos num táxi que sobe pela Calçada do Carmo. Mas logo populares avisam (ah, entretanto, perto do Tivoli, já tinha comprado um Diário de Notícias, com mais informes) que a rua está bloqueada. O carro faz marcha-atrás e mete (por onde?) para o Bairro Alto. Bebemos não sei o quê numa tasca, o revisor vai à vida, o Almeida Santos pira-se e eu avanço para os lados do Carmo. Na Rua da Misericórdia, muita gente, tropa e um tanque de respeito. Da janela da Redacção da República, o Vítor Direito e o Afonso Praça (aquele grita-me: «estás muito bonito hoje!», eu levava o sujíssimo albornoz que me deu o Artur), noutra varanda o Álvaro Belo Marques, a quem pergunto: «como é que se entra para aí?», porque a porta da escada da República está fechada. «Vai pelas traseiras!». Vou mas também está fechada e logo à esquina aparece um vendedor com a última da República. É um verdadeiro assalto. Aí fico a saber dos chefes (Costa Gomes e Spínola) e o alvoroço é enorme. Já não sei bem: se vim ao Rossio, se de repente notei uma grande correria para o Terreiro do Paço. Sem perceber nada do que se passa, sigo a onda. No Terreiro do Paço, começa a chover. Há correrias e encontro uma rapariga que me conhece muito bem mas não topo logo. É a Maria João, a engenheira química, amiga do Henrique, com outro rapaz. Ficámos abrigados da chuva debaixo das arcadas, depois convenço-os a irem beber um copo ao Terreiro do Trigo (Campo das Cebolas?), não sei já se estava aberto se não. Ela tem o carro no Camões e para aí vamos. Mas o Chiado está cheio de gente, que quer assaltar a Pide. Já não sei se ouvi tiros. Vi ainda as (uma?) ambulâncias, depois quase à porta da Brasileira um rapaz ou homem com a mão cheia de sangue (seco?), que tinha agarrado num rapaz ou rapariga. Começam a chegar fuzileiros, há mais correrias, a Maria João e o rapaz perderam-se de mim. Cheira-me que já chega. Agarro um táxi e arranco para casa da Ção. Pela TV vi depois o resto. Foi bonito e foi rápido. Já posso morrer mais descansadinho.

[Luiz Pacheco, in Diário Remendado, Dom Quixote, 2005]

25 de Abril'(1974) 2010. DIA DE CRAVOS


ARSÉNIO MOTA OI'TENTA


24 de abril de 2010

24 de Abril'1974, «Faltam cinco minutos para as vinte e três horas..... E depois do Adeus ...

"1ª Senha,
para o início das operações militares a desencadear pelo Movimento das Forças Armadas, foi dada por João Paulo Dinis aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa:
«Faltam cinco minutos para as vinte e três horas. Convosco, Paulo de Carvalho com o Eurofestival 74, E Depois do Adeus ...».

E Depois do Adeus*

1.
Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
2.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder
3.
Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci
4.
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
5.
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós." (a)

* Letra : José Nisa
Música: José Calvário

(a) postal colado de

07» O 25 de Abril (Revolução dos Cravos) aqui

A 1ª República, Salazar, Caetano, o 25 de Abril e as suas músicas (Grândola, Adeus, Somos Livres, etc).
Senhas musicais do 25 de Abril aqui

23 de abril de 2010

23 de Abril'2010 - DIa Mundial do Livro e dos Direitos de Autor


AGRICULTURA DE OLIVEIRA DO BAIRRO NO CORTEJO DISTRITAL (23.04.1939)

A 23 de Abril de 1939, Oliveira do Bairro participava“com três grupos representativos da sua actividade agrícola” num Cortejo Distrital etnográfico acontecido em Aveiro.

Lia-se no desdobrável: «Três carros alegóricos representam: a VINDIMA, A DESFOLHADA e AS ESTEIREIRAS TRABALHANDO DEBAIXO DUM ALPENDRE,”
“A indústria das esteiras [era] sem dúvida a única indústria caseira do nosso Concelho»


Rezava o impresso “... em noites deste Setembro cálido ao som dum harmónio emaranhando as notas, os camponezes sôbre as eiras, dançam satisfeitos por trazerem cingida a si a cachopa dos seus amores.”

O prospecto com impressão na frente e verso, a duas colunas, foi impresso na “Tip. Comercial – Anadia, 22-4-39”e teve uma tiragem de 2.000 exemplares.

Na coluna História, está: «Não conhecemos a Oliveira do Bairro outro foral anterior ao concedido por D. Manuel I em 6 de Abril de 1514 e cujo original se encontra no respectivo arquivo municipal”.

Actualmente o Concelho ainda não dispõe de edifício próprio para o seu Arquivo Municipal.

Será ocasião de mostrar que Bustos está em condições de receber este equipamento de interesse eminentemente social para acolher memórias documentadas.

Licínio Mota um dos sherlock holmes da pesquisa da história caseira e arredores, um dia propôs a vinda do Arquivo para Bustos.

Por certo não vai passar de mais um fugaz arroubo dito em local onde os livros dormem o descanso do abandono.

Em alguns sítios, acontecem actividades dedicadas a abrir o apetite para saborear a leitura. Em Bustos, a festa do Dia Mundial dedicada ao Livro
“soube a pouco /ai soube a pouco”.
como diz a canção.
Livros para quê?
Não consta que Cristo tivesse biblioteca, não é Pessoa do Fernando?
srg

2005 . 23 de Abril . 2010 - OLGA SANTOS galeria. Hoje há Festa

Caros(as) Amigos(as),
No próximo dia 23 de Abril, pelas 21:30H, iremos celebrar cinco anos da nossa ainda nova existência, na Praça da República, a qual não seria possível sem a Vossa ajuda, apoio e colaboração.

Porque todos fazem parte do nosso projecto, cinco anos já são muito, contando com todo o esforço e profissionalismo da equipa de pessoas que sempre estiveram envolvidas e acreditaram, nas nossas actividades e projectos; desde exposições na galeria, oficinas, actividades fora da galeria, participações em feiras, actividades do atelier, projectos, decoração de espaços, e o empenho no projecto "Primavera na Praça da República", que este ano comemora os 100 anos da Implantação da República.

Agradecemos todo o apoio, de amigos, artistas, clientes e de todas as entidades que acreditaram e acreditam no nosso trabalho, como processo da evolução das culturas.
Por todas estas razões e mais alguma que possa não ter referido, estamos todos de Parabéns e o Meu Muito Obrigada,

Fica o convite para uma noite de festa.
Olga Santos,
Direcção