25 de setembro de 2007

CARLOS LUZIO (10.08.1947 - 27.09.2004) Romagem ao cemitério 18H00 (dia 27). Concentração junto à biblioteca

(10.08.1947 - 27.09.2004)
“No meu quintal há um verde infinito
Que faz as delícias do meu olhar”
Carlos Luzio, Pescador de Sonhos (O Meu Quintal), Edição póstuma, Bustos, 2005.

24 de setembro de 2007

ACTIVIDADES DA JUNTA EM RESUMO (28.06 a 11.09.2007)


Cópia do documento assinado pelo senhor Presidente da Junta de Freguesia e que servirá de suporte ao 1º ponto do Período "Antes da Ordem do Dia" da sessão ordinária de 27.09.2007 da Assembleia de Freguesia.
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JUNTA DE FREGUESIA DE BUSTOS


ACTIVIDADES
DA JUNTA DE FREGUESIA
Período de 28/06 a 11/09/2007


Para um melhor acompanhamento pelos Senhores Deputados da actividade da Junta de Freguesia no período intercalar acima referido, iremos de uma forma simples e sucinta explanar algumas actividades desenvolvidas.
1- Foi refeita a pesquisa de água que alimenta o Lavadouro das Coladas e estamos a aguardar o pleno funcionamento do mesmo.
2- Têm sido feitos os cortes de relva e limpeza do Jardim da Póvoa, do Sobreiro, Quinta Nova, zona envolvente da Junta e respectiva rotunda.
3- Limpeza de valetas nas Rua David Pessoa, Rua dos Reis, Rua do Cabeço, Travessa dos Reis, Rua Jacinto dos Louros, Rua da Picada, Rua do Corgo.
4- Foi feita, como é habitual, uma limpeza mais profunda em todo o percurso na Rua 18 de Fevereiro, Largo da Barreira, Avenida da Igreja, aquando dos festejos de S. Lourenço.
5- Concluiu-se a implantação toda da toponímia, faltando apenas corrigir duas ou três anomalias em placas informativas.
6- Foram feitos trabalhos de saneamento de aguas pluviais, colocação de lancil e pavês cedidos pela Câmara Municipal na Rua 18 de Fevereiro (Quinta Nova) e na Rua do Sobreiro.
7- Foram abertos e alargados caminhos na zona florestal numa extensão de mais de vinte e cinco quilómetros com a colaboração da Câmara Municipal que cedeu equipamentos para tal efeito.
8- Foram feitas limpezas nos adros das Escolas da Quinta Nova e de Bustos no início do ano lectivo.
9- Deu-se todo o apoio ao desenrolar dos Jogos sem Fronteiras do Concelho de Oliveira do Bairro, onde a equipa de Bustos foi vencedora.
10 - Foi celebrado protocolo com a Câmara Municipal e AM Ria para manutenção do Programa Aveiro Digital.
11 – Foi estabelecido contacto com os CTT, não tendo ainda qualquer resposta para reunião conjunta.
12- Estamos a proceder à limpeza de valetas na zona de Azurveira.

Bustos, 11 de Setembro de 2007

O Presidente da Junta de Freguesia
a) ...

Assembleia - ORDEM DO DIA - Ponto único (1ª Revisão ao Plano de Actividades e Orçamento'2007)

Assembleia de Freguesia de Bustos - 27. Setembro. 2007 - 20H00.

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Segundo o documento a seguir transcrito, a Junta de Freguesia informa que mantém “toda a disponibilidade para qualquer esclarecimento adicional” sobre o teor do ponto único da Ordem do Dia que os “Senhores Deputados” solicitem.
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JUNTA DE FREGUESIA DE BUSTOS
Plano Orçamental Para o ano 2007
1ª Revisão


I- Introdução
O plano orçamental apresentado e, agora, revisto não sofre no seu total qualquer alteração a nível de receitas previsionais.
Houve necessidade de introduzir esta Revisão dado que no capítulo das despesas foi necessário introduzir verba destinada à aquisição de equipamento áudio, visto ter sido furtado das nossas instalações o equipamento que detínhamos.
Foi também introduzida verba destinada à Casa Mortuária para melhorar a impermeabilização e refazer a pintura interior.
Foram ainda corrigidas as verbas respeitantes ás despesas de combustível bem como da Segurança Social.
Nada mais temos a acrescentar a esta Revisão, pelo que mantemos todo o conteúdo que justificou o Plano de Actividades, Orçamento e as acções, cujo conteúdo tem como objectivo dar conhecimento abrangente c detalhado de forma a se poder fazer uma leitura correcta e eficaz de todas as rubricas com a ajuda dos mapas em anexo. Nestes estão todos os campos descritos que, de uma forma sucinta e objectiva, projectam as acções que pretendemos levar a efeito no ano económico 2007.
Face à politica orçamental já definida e anunciada pelo governo, no seu Orçamento de Estado em que a Administração Central continua a pouco privilegiar a Administração Local.
Como se pode verificar, mais uma vez, as transferências o FFF[1] não beneficiam a nossa Freguesia, mantendo-se sem qualquer alteração o definido no Orçamento no ano anterior.
Dado que. só nos resta o apoio da Administração Local através do protocolo da limpeza de valetas e o compromisso de dois protocolos um para o Bairro Económico c outro para Parques e Jardins (protocolos de cooperação).
Dado que a politica salarial desta Junta de Freguesia vai continuar ao encontro do poder de compra dos nossos trabalhadores.
Dado que as nossas fontes de rendimento não sofrem alterações, são poucas e advêm da venda de sepulturas, da feira e de taxas e serviços, cujo montante é reduzido, como facilmente se pode constatar pelos elementos da Conta de gerência dos anos anteriores.
Desta análise só podemos concluir que o plano e Orçamento apresentado continua a ser optimista, terá que ser inferior ao nosso desejo, no entanto o nosso objectivo é trabalharmos nas prioridades que definimos e nas acções apresentadas


II – Plano Plurianual de Investimentos
O Plano Plurianual de Investimento apresentado não sofre qualquer alteração, embora tenha sido suprimida uma verba de 5.000,00 Euros (cinco mil euros) na rubrica dos cemitérios, à semelhança dos anos anteriores, retrata também de uma forma sucinta c explicita as obras de investimentos que queremos fazer, e cuja especificação está descrita nos mapas em anexo.


III – Orçamento da Receita e Despesa
O Orçamento apresentado para este ano económico 2007 está consolidado com as Receitas previstas a arrecadar num montante de 157.580,00 € (cento e cinquenta e sete mil quinhentos e oitenta euros), de forma a fazer face ás Despesas do nosso Orçamento, que à semelhança dos anos anteriores mantém um equilíbrio sustentado em investimento sem deixar de ser praticado um bom serviço à população da nossa Freguesia.

1 – Receitas
As Receitas são essencialmente provenientes do FFF, estimadas no montante de 55.180,00 € (cinquenta e cinco mil quinhentos e oitenta euros[2]), bem como nos protocolos que queremos aumentar com a Câmara Municipal, no âmbito de transferência de competências para diversos serviços e investimentos, cujo montante rondará os 50.000,00 € (cinquenta mil euros).
A outra proveniência de receitas já foi abordada, pelo que o Orçamento apresentado em mapa resumo totaliza os 157.580,00 € (cento e cinquenta e sete mil quinhentos e oitenta euros), já referenciados.


2 – Despesas
De acordo com a abordagem feita na Introdução deste Plano de actividades, esta Junta de Freguesia tem como elemento preponderante apresentar Actividades cujas despesas correntes não prejudiquem as despesas de Capital. Assim e para uma conclusão final e objectiva em termos numéricos as primeiras somam um montante de 94.230,00 € (noventa e quatro mil duzentos e trinta euros) e as segundas já com a correcção introduzida 63.350,00 € (sessenta e três mil trezentos e cinquenta euros), cujo somatório perfaz os 157.580,00 € (cento e cinquenta e sete mil quinhentos e oitenta euros).


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IV – Conclusão
Os documentos em [que] se faz a projecção provisional contém todos os elementos descritos no âmbito da consulta formal legal para serem aprovados em Assembleia Ordinária prevista a convocar no prazo legal e a levar a efeito durante o mês de Setembro de 2007.
Face à apresentação de todos estes elementos informamos manter toda a disponibilidade para qualquer esclarecimento adicional na sede da Junta de Freguesia ou em Assembleia aos Senhores Deputados, sobre questões e assuntos inerentes e que entendam convenientes à discussão deste plano que vos apresentamos.
Bustos, 11 de Setembro de 2007
O Presidente da Junta de Freguesia
a)

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[1] FFF – Fundo de Financiamento das Freguesias [Nota do editor]
[2] Leia-se “(cinquenta e cinco mil cento e oitenta euros)” em vez de “cinquenta e cinco mil quinhentos e oitenta euros”. [Nota do editor]

23 de setembro de 2007

BICICLETA, DE FORA

"Uma bicicleta na cidade é subversiva, é infantil, é indecente. Não cabe nos passeios, salta nos buracos, dança na largueza ululante das ruas, é proibida nos parques e nas auto-estradas: só metida no quintal do avô, fora de portas, ou no quarto, a coitada foge à ira, um empecilho crónico, uma doença".
http://www.prof2000.pt/users/secjeste/ciclismo/Pg000410.htm
........................................................................................... Arsénio Mota
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A ‘Semana Europeia da Mobilidade’ fechou portas. O balanço ficará para o próximo dia europeu sem carros.

Sobressaem algumas medidas em Oliveira do Bairro’2007 tendentes a melhorar a circulação viária e a baixar a produção de Dióxido de Carbónico [o lançamento da rede municipal de transportes colectivos – TOB; a criação de pista bi-ciclável a marginar o rios Cértima e Levira].

A campanha ‘melhores ruas para todos’, com pista destinada a ciclistas e peões, deverá ter o seu expoente na futura Alameda que passa pelo terreno da antiga cadeia.

Bustos, com as ruas ‘18 de Fevereiro’, ‘do Sobreiro’ e ‘Jacinto dos Louros’ requalificadas, continua a enfermar da pecha de suportar um apreciável fluxo de trânsito a circular pelo seu centro, e não se vislumbra que tão cedo ele seja retirado de lá.

Ultimamente tem havido algumas referências apelativas à circulação da bicicleta. O contingente de alunos que frequentam o colégio e a população em geral poderão engrossar o pelotão dos utilizadores deste veículo. Mas para que tal suceda é necessário criar condições de segurança para criar confiança no ciclista... e, não pretendendo ultrapassar a competência dos técnicos, alvitro três medidas (entte outras) a tomar:



1) retirar do centro o trânsito pesado que passa por Bustos;
2) circular o trânsito motorizado na Rua Jacinto dos Louros, apenas num sentido;
3) criar uma pista para circulação de bicicleta nesta Rua.


(nota: Está anunciado pelo senhor presidente da Junta de Freguesia que iria soliciatar a 'requalificação' da Avenida (?) São Lourenço. Vinha mesmo a calhar ser implantada uma pista (segura) para a circulação da bicicleta.



Entendo que a campanha de utilização da bicicleta pressupõe a participação dos vários patamares do poder. [se não for uma campanha articulada entre o poder central e os poderes locais, a «bicicletização» redundará numa arma de arremesso à semelhança do acontecido com a não-resolução do problema do cemitério de Bustos].
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Future-se o que se quiser, em Bustos poderá haver mais circulação de bicicletas e menos de carros.

sérgio micaelo ferreira

22 de setembro de 2007

JUNTA DE FREGUESIA DE BUSTOS RECTIFICA 2007

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Assembleia de Freguesia de Bustos
CONVOCATÓRIA


Mário Reis Pedreiras, Presidente da Assembleia de Freguesia de Bustos, de acordo com o Regimento em vigor e ao abrigo do art.º 24 convoca uma Assembleia Ordinária, a realizar no próximo dia 27 de Setembro de 2007*, pelas 20 horas e trinta minutos, nas Instalações da Junta de Freguesa, (Rua Jacinto dos Louros nº 6) com a seguinte ordem de trabalho:


A) Período "Antes da Ordem do Dia":
1) Actividades da Junta de Freguesia;
2) Outros assuntos de interesse para a Freguesia.


B) Ordem do Dia:
Ponto 1 – 1ª Revisão ao Plano de Actividades e Orçamento de 2007


C) Período de Intervenção Aberto ao Público

Bustos, 18 de Setembro de 2007


O Presidente da Assembleia de Freguesia

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(Mário Reis Pedreiras)

20 de setembro de 2007

PARA LÁ DA POMPA E CIRCUNSTÂNCIA


Tive o prazer de estar entre os convidados que assistiram à Cerimónia de Homenagem e Transladação de Aquilino Ribeiro para o Panteão Nacional. Por coincidência coube-me um lugar ao lado de gente de Carregal de Tabosa, entre eles um guarda-rios, de que me escapou o nome, que falando do conterrâneo me confessou duas coisas essências. Que foi Aquilino Ribeiro que o ensinou a ler os rios e que, em Abril de 1974, a aldeia foi invadida por gente (“nunca se viu coisa assim lá no lugar”), chegaram em camionetas com o único propósito de ali celebrarem a liberdade celebrando Aquilino.




Envergando o fato domingueiro, ao lado mulher, o guarda-rios (na foto) bem podia ser um personagem de Aquilino, que nos seus livros teve o homem Beirão, a sua linguagem, os seus costumes, o seu carácter, como referência e fonte de inspiração. A Lisboa literária de hoje em dia, pequenina, tacanha e estrangeirada, serve-se disso para acusar o escritor de ter uma “escrita provinciana”, tentando assim minorar a importância da sua vasta obra. É a Lisboa mundana, pequeno-burguesa, envergonhada pela sua origem provinciana e campesina. Pobres deles!
Aquilino não só é um escritor maior com uma obra única, foi um cidadão empenhado na luta pelo ideal republicano e pela democracia. A sua vida, a prisão e o exílio, fizeram dele um símbolo da luta anti-fascista, bem justificaram as camionetas que chegaram a Carregal de Tabosa logo depois do 25 de Abril.

A cerimónia de ontem, organizada depois de votação unânime da Assembleia da República, foi o reconhecimento de um dos símbolos maiores da cultura nacional. E ainda que nenhum dos solenes oradores disso tenha dado conta, também foi uma homenagem ao homem das Beiras, e a todos aqueles que nada sabem de literatura, mas são capazes de ler os rios e até as águas das fontes.

Belino Costa

MESTRE AQUILINO NO PANTEÃO NACIONAL


Aquilino Ribeiro
13.09.1885 * 27.051963
Panteão Nacional 19.09.2007
(…)


VIRIATO – NOSSO AVÔ
“Os lusitanos davam-se à pastorícia, uma das primeiras actividades do homem ao romper da idade eneolítica, como a gente da borda de água se dava à pesca. Mas semelhante lida não os inibia de exercer outros outros ofícios, um deles velho, como o Mundo: saltear os haveres do semelhante. No fundo, era uma prática como outra qualquer, com todos os foros de universalidade. A forma é que tem variado, rebuçada em leis e mandamentos, especiosamente divergentes. Nada mais natural, portanto, que as tribos das serras, onde a vida era áspera e difícil e os moradores mais de uma vez deviam adormecer com o estômago a ladrar, acumulassem com a função comum a de salteadores. Era uma ordem de cavalaria de tantas consagradas pela História, como, por exemplo, mais tarde a do Templo. Roubavam-se mais ou menos de pé fresco uns aos outros, e em caterva abatiam-se sobre as terras fartas e latinizadas do Sul. Em três tempos, então, passavam os galfarros a tudo que tivesse aparência de boa presa. O ditado: olho vê, pé vai, e mão pilha, marca o ritmo hispânico quanto a tais empreendimentos. É mesmo possível que a sorte destas expedições constituísse títulos de glória para os seus autores. O mais afortunado receberia o preito da fama como nas batalhas os valentes. A moral na Lusitânia, assim era em Sparta, representa um ludíbrio à face das tábuas brônzeas do Decálogo. E em nome de que direito vamos condenar tais costumes? Melhor seria dizer: cada serra com sua consciência, do que cada terra com seu uso. Pilhar o vizinho, celtibérico ou vetão, apaniguado do romano, era virtude e não crime. Não mareiam pois a coroa de louros de Viriato os adjectivos pejorativos que Valério Máximo, Apiano e Cassiodoro lhe infligem, tais como ladrão refinado e capitão de quadrilha.

– Com muita honra – diria ele.”
(…)
in Aquilino Ribeiro, Príncipes de Portugal – suas grandezas e misérias, Edição Livros do Brasil, (pg.s 9 e 10)
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nota:
O editor 'Altino' agradece a Belino Costa a inclusão da foto da cerimónia ocorrida no Panteão.

19 de setembro de 2007

18 de setembro de 2007

ADÉLIO DA BARROCA EM FRANCA RECUPERAÇÃO


Adélio Martins Santos, serralheiro artístico disputado por grandes e pequenos, há cerca de um mês sofreu um acidente grave em consequência de uma queda. Imobilizado, sem perder o sangue-frio e antes de ser transportado de ambulância para o Hospital de Aveiro, pede socorro à Dr.ª Dorinda Reis que se encontrava em férias. As dores e as interrogações sobre o seu estado de saúde acompanham-no durante a "curta" viagem esticada pelos regulamentares cinquenta quilómetros /hora impostos pelo código da estrada.
Ao chegar à Urgência do Hospital, o sol parece ter brilhado mais para o Adélio, porque vê a Drª Dorinda que ‘tinha chegado primeiro e estava à minha espera’.
‘Foi meia cura’, comentou uma visita.
“Pois foi”, adiantou, com uma lágrima a sobressair-se da sua discrição de um corpo enrolado em tubos, compressas e correias e preocupações…
“Olha, tiraram-me chapas ao corpo todo … fui visto da cabeça aos pés.”… “Agora sinto dores”, mas quando sair vou para férias…”.
Exames, mais exames, consultas e tratamentos marcam a recuperação do sinistrado. A angústia dos dias fora aliviada pela assistência hospitalar e pelo corrupio de visitas que ‘disputavam’ os cartões de acesso.
Entretanto, tem de realizar exames no Hospital da Universidade de Coimbra. À hora da chegada, a enfermeira Marisa Ribeiro, também com raízes em Bustos, lá estava à espera do paciente. O Adélio entra reconfortado com a presença da filha do amigo e colega Diamantino Ribeiro.
Uma cadeia afectiva do voluntariado da saúde está a ajudar a recuperação do Adélio.
Felizmente, que os profissionais da saúde de longo traquejo, de Bustos, sempre debitaram a sua conduta com os pacientes com grande afeição e carinho. Até nos momentos mais negros. Posso testemunhar.

O Adélio está de regressou a casa para convalescença que se deseja franca e breve. A sua genica parece ter regressado avaliando-se pelo seu tom de voz e disposição.
Até ao próximo brinde, na roda de amigos.
sérgio micaelo ferreira, 18.09.2007