14 de junho de 2007
ECOS DA FEIRA MEDIEVAL
13 de junho de 2007
O ABC está de portas abertas a novos associados.
A Direcção da Associação de Beneficência e Cultura de Bustos, depois da análise da realidade actual decidiu ajustar o valor das quotas descendo-o de forma a atrair novos associados. Para saber mais sobre este assunto www.bustosalupa.blogspot.com Alberto Martins
Fotografia- Bustos à Lupa
FEIRA DO SOBREIRO ESPERA PELO SEXÉNIO
A Companhia de Teatro Viv’Arte[2], com nome firmado para lá de Vilar Formoso, responsável artística do acontecimento, continua a abrir as janelas da história, através de um cuidadoso trabalho de pesquisa. AViv’arte traz arte à vida.
Se não houver alteração, a Feira do Sobreiro só voltará a ser palco camarário quando der a volta a todas as freguesias do concelho.
Entretanto …
Naquele espaço da feira, em tempos não muito recuados, houve verbenas exploradas por carolas da “União Desportiva”. Na ABC realizaram-se festas para angariação de fundos para a compra do palacete. Recentemente, na inauguração do sintético da bola a prata da casa organizou as suas festividades. Bustos conta com associações, individualmente dinâmicas. Já a energia parece desvanecer quando se juntam. Penso ser possível haver uma conjunção de esforços para tornar exequível um projecto comum, por exemplo, das Verbenas de Bustos, ou outro, envolvendo associações ou instituições de Bustos – União Desportiva, Orfeão; ABC, SóBustos, Colégio, Associações de Pais e Encarregados de Educação, ProBustos, Comissões de Festas, Junta de Freguesia, etc…
A realização da ‘Feira Medieval’ na Feira do Sobreiro traz à liça a palavra de Alcides Freitas “O espaço da Feira poderia vir a ser um lugar privilegiado para funções de comércio público, exibições [mostra] de produtos industriais, actividades de natureza cívica e cultural, etc. etc” [3]. Uma sugestão a ter em consideração, enquanto não passa o sexénio do bom espectáculo ambulante promovido pela Câmara Municipal.
sérgio micaelo ferreira
Um acaso.
[1] Alcides Freitas, Lembrando Bustos, Bustos – do Passado e do Presente, Fevereiro 16, 2005.
[2] http://www.teatro-vivarte.org/ "A Companhia de Teatro Viv’Arte teve origem no Grupo de Teatro da Esc. Sec. de Oliveira do Bairro, fundado em 1988 pelo seu actual director Mário da Costa. " ... Uma sugestão: Leia-se o trabalho de Oscar Santos.
[3] Alcides Freitas, idem
12 de junho de 2007
Teatro Vivo, História ao Vivo
O teatro histórico do VIV'ARTE tornou-se um hábito nas festas populares do país inteiro, Espanha, França e Itália, atingindo o pico da fama por cá com as feiras medievais de Óbidos e Santa Maria da Feira.
O grupo, uma associação cultural com utilidade pública, tem 23 profissionais a tempo inteiro, divididos entre músicos, malabaristas, esgrimistas, uma costureira, dois administrativos e até uma animadora permanente para o teatro escolar. Os restantes colaboradores são contratados um pouco por todo o país e Espanha. Só na feira do Sobreiro eram uns 80.
São especialmente apreciados e acarinhados no estrangeiro. Em 2003, na feira medieval da Ligúria, perto de Génova, receberam o prémio
Bom, lá receberam um prémio do Teatro Vicentino de Lisboa, outro do Instituto Português do Cinema e até um outro, atribuído pelo Ministério da Defesa por um trabalho teatral sobre a paz. Quem diria!
Quanto a apoios do Ministério da Cultura, zero! Bem vistas as coisas pelo lado da gente culturalmente fina, os artistas de rua do nosso VIVARTE não passam duns incorrigíveis saltimbancos. Longe, muito longe, da verdadeira arte do ballet e do novo-riquismo dos espectáculos do
E o município de Oliveira do Bairro como é que trata o seu grupo de teatro histórico ao vivo? No tempo do antigamente, outro zero. Quanto ao actual executivo, paga-lhes a renda das instalações situadas na Rua do Foral, ali onde vai emergindo o traço da futura alameda da cidade.
Por isso vão recriar no Mindelo dos Açores o desembarque de D. Pedro II e, no Porto Santo da Madeira, o casamento do talvez português Cristóvão Colombo.
Quanto às feiras medievais do nosso concelho o VIV'ARTE nada recebe, limitando-se a Câmara a pagar aos grupos contratados.
Até as esmolas angariadas pelo mendigo Basilius, que chegam a rondar os 100 “trocados”, são entregues a uma instituição local de solidariedade social.
*
oscardebustos
9 de junho de 2007
Lenda de São Lourenço-Bustos


No dia 6 de Junho de 2007 foi apresentada na Feira Medieval em Bustos, a Lenda de São Lourenço, de Bustos. A recolha foi efectuada pelo Museu de São Pedro da Palhaça, que a apresentou na Feira Medieval. A lenda foi apresentada por jovens de Bustos e da Palhaça, por Adelino Baptista, director do museu e por Paulo um colaborador. O Museu da Palhaça, tem vindo a desenvolver diversas recolhas de espólios que sem um olhar atento do Museu estariam entregues ao esquecimento. Para conhecer o conteúdo da lenda visite www.bustosalupa.blogspot.com (basta clicar em Bustos à Lupa na coluna das Ligações, à direita).
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1- Imagem cedida por Museu de São Pedro da Palhaça
2- Fotografia de Susana Nunes (BL)
3- Para consultar a página do Museu de São Pedro, poderá fazê-lo a partir das ligações.
8 de junho de 2007
Feira Medieval: um sucesso
Dele falaremos um destes dias, que o Notícias de Bustos não faz vista grossa a gente de tamanho valor.
Ao todo, 80 verdadeiros artistas a que não faltaram ferreiros ou alfagemes trazidos pelos “Torques” de Huelva, encantadoras de serpentes, o mendigo Basilius (um sucesso estrondoso), falcoeiro, mercadores, pedintes, leprosos, malabaristas, esgrimistas, um sem fim de gente para alegria e folia da nossa gente.
O torneio medieval foi outro sucesso, porque a História também é
A Feira Medieval na feira do Sobreiro foi uma aposta de sucesso. Só nos faltava que também a deixassem esquecida nos emaranhados gabinetes do poder.
oscardebustos
7 de junho de 2007
Feira Medieval cativa Bustos
Gostei especialmente das cenas dos bobos da corte e das rábulas e farsas.
Sentada à mesa, a nobreza concelhia lá se sujeitou à sátira dos actores do nosso VIVARTE, cujo sítio pode ser visitado aqui ao lado, a partir das “ligações”.
A feira medieval é uma festa de rua e o povo e as associações do concelho não se fizeram rogados, tal era o mar de gente a encher a barriga pelas mesas rústicas e a assistir às bem recriadas cenas teatrais.
A malta de Bustos fez furor com o pão tendido e cozido na hora.
A festa continua hoje.
É entrar, meus senhores, é entrar, que há torneios, combates de espada, tiros de besta e arremessos de catapulta!
VIVA A FEIRA MEDIEVAL!
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oscardebustos
6 de junho de 2007
Alfaces e batatas [ ambiente tem um dia]
- Ontem vinham os dois do mercado da vila bastante desanimados. Não tinham conseguido vender a sua alface. Então eu disse: Deixem lá, dêm-na de comer aos vossos coelhos! E sabem o que me responderam? Oh, isso não! Porquê? Ora, porquê! Porque os coelhos morriam... Respondi-lhes: E queriam que os fregueses comprassem e comessem a alface que vos matava os coelhos?!... Bonito, sim senhor!
Estalaram risos. Um outro elemento do grupo lembrou a propósito: - À beira da minha casa há um terreno que o dono, vocês conhecem-no, aproveita para semear batatas, sempre batatas. Pois ele e a mulher não se cansam de aplicar produtos e mais produtos em doses reforçadas. Encharcam tudo. Gastam dinheiro e trabalho, sim, mas depois ali é batatas até dar com um pau. Uma vez falei-Ihes: Caramba, vocês carregam à bruta nos tratamentos, não seria melhor para a vossa saúde pouparem em tantos químicos? Oh, não. Estas batatas são todas para vender. As que são para nosso consumo estão no nosso quintal e com essas temos cuidado...
Um conterrâneo, que residia na cidade, ouviu a conversa e considerou:
- Até quando, num país dito civilizado, produtores de alimentos vendidos no mercado para alimentação humana vão poder continuar escondidos e sem nome, sem assumir as responsabilidades pelos danos que provocam?
Arsénio Mota, Recordações do Berço, edição do autor, 2003. p. 62
5 de junho de 2007
FEIRA MEDIEVAL EM ANTEVISÃO
Aqui vai um cheirinho do que poderá ser a Feira Medieval que se inicia amanhã.
1 de junho de 2007
FEIRA MEDIEVAL: O PROGRAMA
